[[legacy_image_252767]] Com apenas 2 anos de idade, Davi Oliveira Duarte reconhece bandeiras de 140 países e suas capitais. Além disso, ele aprendeu sozinho o alfabeto, as cores, os animais e a contar até 50 em inglês. O ‘mini gênio’ mora em Santos com os pais e frequenta uma creche municipal na Zona Noroeste. (veja o vídeo mais abaixo) Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A mãe do menino e técnica de enfermagem Bianka de Oliveira Felix, de 28 anos, explica que tudo começou antes de Davi completar 2 anos, quando ele passou a assistir vídeos educativos no YouTube. “Ele pegava meu celular e pesquisava tudo sozinho. Um dia ele falou o alfabeto inteiro e a gente [a mãe e o pai de Davi] se assustou”. Davi passou a se interessar e a querer aprender as bandeiras dos países durante a Copa do Mundo de 2022, quando o pai e cuidador de idosos Alexandre Baptista, de 29 anos, mostrou a bandeira do Brasil no jogo de estreia da Seleção. “No dia seguinte, ele olhou a bandeira e falou: ‘papai, Brasil’, e assim a gente começou a mostrar outras bandeiras. Cada uma que a gente mostrava e ensinava apenas uma vez, ele já aprendia”, relata Bianka. Após decorar os nomes e bandeira, Davi deu um passo maior e começou a perguntar para os pais sobre as capitais dos países que aprendeu. “Ele sempre pergunta pra mim e pro meu marido, mas algumas capitais nem nós sabemos. Então, a gente tem que pesquisar pra poder ensinar pra ele. Assim vamos aprendendo todos juntos”, admite a mãe. Bianka diz que o filho é “uma caixinha de surpresas”, e que todo dia a surpreende pelas habilidades de aprender e memorizar. “Esses dias, estava fazendo comida na cozinha e me assustei quando o Davi começou a contar as caixas de leite em inglês”. Diagnóstico Assim que perceberam que Davi poderia ser superdotado, o casal levou o filho ao pediatra, que orientou que eles o levassem para um neurologista. De acordo com a mãe, a especialista disse que ele tem um desenvolvimento do cérebro diferente e mais avançado, mas ainda é cedo demais para fechar o diagnóstico.