Informou-se aos quiosqueiros que os permissionários poderão atuar até as 3h30 de 1º de janeiro. Bebidas engarrafadas, porém, só até as 21h (Vanessa Rodrigues/AT) A Prefeitura de Santos publicou, no Diário Oficial desta terça-feira (17), decreto com permissão para quiosques e ambulantes trabalharem na virada do ano. A Tribuna apurou que, em reunião no dia 6, foi aberto caminho para a liberação do trabalho nesse período, o que não aconteceu de 2022 para 2023 e de 2023 para 2024. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Informou-se aos quiosqueiros que os permissionários poderão atuar até as 3h30 de 1º de janeiro. A venda de bebidas alcoólicas em garrafas estará permitida até as 21 horas de 31 de dezembro. Depois disso, apenas em copos plásticos ou latas. A reabertura está marcada para as 6 horas do dia 1º. A Prefeitura de Santos afirmou, em nota, que estava “dialogando com os permissionários dos quiosques, ambulantes e Polícia Militar”. “A Prefeitura foi bem flexível. Fechar é muito pior e agride muito a necessidade de trabalhar. A maioria viu com bons olhos (as determinações oriundas da reunião)”, afirma um permissionário que participou do encontro. O setor estima que pelo menos 60% dos quiosques devem trabalhar na noite de Ano-Novo. Segundo ele, as vendas na virada do ano podem ser 50% superiores às de uma noite e uma madrugada comuns. “Se você vende normalmente R\$ 5 mil em um sábado, na virada rende R\$ 7,5 mil, por exemplo. Isso depende muito de cada quiosque, que tem uma particularidade.” Favorável Presidente do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares da Baixada Santista e Vale do Ribeira (SinHoRes), Arthur Veloso defende o funcionamento dos quiosques na virada do ano. “Para nós, não faz nenhum sentido qualquer restrição de funcionamento para um quiosque formal. Até porque, quando você restringe o formal, estimula o comércio clandestino, que vai acontecer, certamente, mas sem o devido cuidado de segurança alimentar que os quiosques têm, sem gerar emprego, sem pagar imposto. E punindo o comércio formal da Cidade, o santista e o próprio turista”, declara Veloso.