[[legacy_image_285146]] A causa da morte do DJ Baphafinha, nome artístico de Leonardo Tadeu Pimenta, foi divulgada pela assessoria de imprensa do artista na tarde de domingo (30) nas redes sociais. De acordo com a equipe, o funkeiro, de 45 anos, morreu em Santos na noite de sábado (29) em decorrência de um tromboembolismo pulmonar bilateral, que causou o mal súbito. Considerado um dos precursores do funk na Baixada Santista, Baphafinha será velado na Beneficência Portuguesa, na Rua São Paulo, na Vila Belmiro, em Santos. Segundo a assessoria, o velório começou no domingo (30) e continua na manhã de segunda-feira (31), das 8 às 11 horas. De acordo com sua equipe, após o velório não haverá enterro. O corpo de Baphafinha será cremado. Em entrevista para A Tribuna, o artista Fábio Alves dos Santos - ou MC Fabinho-, de 42 anos, contou um pouco sobre a relação dele com o DJ Baphafinha. “Sempre tive um contato próximo. Ele era muito prestativo e me dava muita atenção. Ia na casa dele e sempre me tratou muito bem”. Amigos desde 1997, Mc Fabinho diz que Baphafinha era sincero, amoroso e foi um professor do mundo do funk. “Um cara do bem. Só tenho coisas boas para falar dele. Ontem foi um dos piores dias para nós, funkeiros, que tivemos contato com ele. É inacreditável”. “Ele era um cara prestativo. Dava atenção para todos nós. Levantava essa bandeira do funk das antigas e estava sempre lembrando da rapaziada que não faz muito show e estava afastada da mídia. É um cara foda, uma perda muito grande para o funk da Baixada Santista. Perdemos um ícone. Ele asfaltou para que vários DJs pudessem chegar onde estão, foi pioneiro”, conclui. Atuando desde a década de 90, ele produziu um dos principais MCs do início do funk paulista, como Duda do Marapé, Danilo e Fabinho, Renatinho e Alemão, Careca, Primo, entre outros, de acordo com entrevista do artista ao site Kondzilla.