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Domingo

15 de Dezembro de 2019

Casa da Frontaria Azulejada passa por reparos

Serviços devem ser concluídos até fevereiro de 2020

A Casa da Frontaria Azulejada, no Centro Histórico de Santos, entrou em manutenção no início desta semana e tem previsão para término até fevereiro. Serviços envolvem reparos no telhado, nas telhas e na estrutura de madeira, além da troca das calhas de metal e manutenção das colunas de metal que sustentam a estrutura do telhado. Também haverá revisão elétrica e reposição de azulejos. Os trabalhos são supervisionados pela Secretaria de Serviços Públicos (Seserp).

Em 1986, a Prefeitura desapropriou o imóvel e, em 1992, a fachada foi restaurada com a estrutura da porta original e dos azulejos. De 1996 a 2005, abrigou em seu anexo o Arquivo Permanente da Fundação Arquivo e Memória de Santos (Fams). Em 2007, foi inaugurado o Espaço Cultural Frontaria Azulejada. Desde setembro de 2012, ele abriga a sala Serafim Gonzalez para pequenas exposições, palestras e cursos.

O imóvel foi tombado em 1973 pela então Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Anos mais tarde, foi tombada pelos conselhos de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat) e de Defesa do Patrimônio Histórico de Santos (Condepasa).

História

A Frontaria Azulejada foi construída em 1865 como um sobrado de dois andares. O estilo neoclássico foi feito para residência e armazém do comendador português Manoel Joaquim Ferreira Neto. A construção tinha a abertura voltada para o mar e ia até o porto, o que facilitava o processo de carga e descarga das mercadorias.

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