[[legacy_image_191442]] Os canais de Santos têm novas ecobarreiras flutuantes. Mais resistentes do que as antigas, começaram a ser instaladas nesta segunda-feira (11), com o objetivo de conter resíduos que iriam para o mar, segundo o secretário municipal de Meio Ambiente, Marcos Libório. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Dessa forma, a limpeza diária dos canais fica mais fácil, pois boa parte do lixo deve se concentrar em um local. “Essa ação faz parte de uma estratégia, que teve origem há alguns anos, de identificação das fontes de resíduos que chegam até a praia. Chegamos à conclusão de que os canais também são alguns desses pontos, então nosso objetivo é obstruir essa passagem e reduzir a chegada do lixo no mar”, explica o chefe da pasta. O serviço é realizado pela empresa E & F Imperium Artigos Personalizados, sob supervisão da Semam, e o valor gasto pela Prefeitura é de R\$ 168 mil, segundo a Prefeitura de Santos. A verba é oriunda do Fundo Municipal de Preservação e Recuperação do Meio Ambiente, resultado de multas ambientais. Ainda segundo a Administração, as barreiras devem durar, no mínimo, três anos, com a devida manutenção. Até esta terça (12), mais 12 contenções serão instaladas no município. São elas: no canal 1 (Avenida Pinheiro Machado), canal 2 (Av. Bernardino de Campos), canal 3 (Av. Washington Luís), canal 4 (Av. Siqueira Campos), canal 5 (Av. Almirante Cochrane), canal 6 (Cel. Joaquim Montenegro), Rua Santa Catarina (José Menino), Av. Jovino de Mello (Rádio Clube), Av. Francisco Ferreira Canto (Caneleira) Av. Francisco Manoel (Jabaquara, Av. Dr. Moura Ribeiro (Marapé) e Av. Barão de Penedo (José Menino). As novas ecobarreiras têm seus diferenciais em vantagem às antigas. Em nota, a Prefeitura explicou que elas são melhor adaptadas ao movimento das marés e eventos extremos, como ressacas. Presas por cabo duplo, as boias novas são mais largas e compridas, o que aumenta a capacidade de conter os resíduos. As boias são fixadas nos canais com pinos de aço, em base reforçada com concreto nas laterais dos canais dos canais, por meio de cabos de aço duplos. “O equipamento segura aquele resíduo flutuante, como o plástico e as latinhas, mas permite a passagem de eventual fauna, como peixes e tartarugas”, explica Liboria.