Após poda de emergência, árvores ficaram por dias em calçada de Santos (Arquivo Pessoal) Uma moradora da Rua Paraíba, no bairro Pompeia, em Santos, relatou os transtornos provocados por uma poda de árvore no endereço. Segundo ela, os galhos e as ramagens foram cortados na quarta-feira (21) e ficaram por dias com partes caídas no chão. Em nota, a Companhia Pirantiinga de Força e Luz (CPFL) disse que a poda foi feita de maneira emergencial, e que equipes da empresa foram orientadas a recolher o restante dos resíduos (Confira o posicionamento ao final da matéria) Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! A enfermeira aposentada Carmen Luzia da Silva, de 70 anos, afirma que as árvores que estavam na calçada já estavam provocando transtornos, e que o acúmulo do restante das podas permaneceu causando dor de cabeça para quem passava pelo local. “Pode juntar até bichos peçonhentos. Este problema atrapalha a passagem de pedestres, e até sujeiras acumularam na entrada do prédio”, disse a moradora. A mulher conta ainda que fez uma reclamação na ouvidoria municipal e só teve como retorno a reposta automática enviada pela Prefeitura, com a informação de que o prazo de resposta é de 20 dias. Posicionamento A Tribuna entrou em contato com a Prefeitura de Santos, que informou que o serviço de poda foi realizado pela CPFL. O município, por meio da Coordenadoria de Paisagismo (Copaisa), informou que acionou a empresa para a retirada do vegetal do local. A Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) Piratininga disse que a poda no local foi realizada de maneira emergencial e que equipes da distribuidora foram orientadas a recolher os resíduos nesta segunda-feira (26). A concessionária destaca que as podas de livramento da rede elétrica são necessárias para evitar desligamentos e acidentes.