[[legacy_image_106820]] Apesar das mortes decorrentes da pandemia de covid-19 e do aumento no número de óbitos em relação a anos anteriores, os três cemitérios municipais de Santos têm mil vagas para sepultamento imediato, segundo a Prefeitura. A medida é resultado da retomada de serviços administrativos nos equipamentos, como exumações. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Mesmo durante o auge da pandemia da covid-19 a Cidade não sofreu risco de superlotação. Mas houve reforço de espaço com a construção de um novo jazigo com 560 campas no Cemitério da Areia Branca em junho de 2020 — quando morreram 367 pessoas. De janeiro a junho deste ano, houve 3.663 óbitos em Santos, ante 2.700 no primeiro semestre de 2020. Por lei municipal, restos mortais ficam três anos nas sepulturas temporárias. O Município comunica as famílias, por editais no Diário Oficial, quando o prazo se aproxima do fim. Deve-se atender a convocação em até 30 dias. Conforme a Prefeitura, as famílias recebem essa informação na hora do enterro e assinam documento com a obrigação de, um mês antes do término do período da concessão, avisar o cemitério do destino dos restos mortais do parente. Nesses casos, é possível adquirir um ossuário perpétuo no cemitério. Se não houver manifestação, os despojos são transferidos para a urna geral. De volta O Município pode também retomar a responsabilidade por um jazigo perpétuo quando “é evidente seu estado de abandono e deterioração pelo tempo ou falta de manutenção”. Nesse caso, também há notificação no Diário Oficial. Se não houver manifestação de parentes ou responsáveis, o cemitério exuma os restos e os leva à urna geral.