[[legacy_image_226532]] O corpo da jornalista Daniela Paulino, que faleceu aos 48 anos nesta sexta-feira (2), será sepultado na manhã deste sábado (3), no Cemitério Metropolitano de São Vicente. O velório teve início na noite de sexta e o sepultamento está marcado para às 11 horas de sábado.Ela estava internada na Casa de Saúde de Santos e lutava contra um tumor no pâncreas. Seu estado de saúde se agravou nos últimos dias após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC). Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Daniela trabalhou no Grupo Tribuna entre outubro de 2004 e fevereiro de 2020. Nesses 15 anos, atuou como repórter e editora de Variedades do jornal Expresso Popular e do suplemento AT Revista. Atualmente, Daniela Paulino trabalhava como assessora de imprensa do Instituto Social Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Em 2010, ela enfrentou e curou um câncer de mama, tornando-se um exemplo de determinação, fé e coragem. Daniela era casada desde 2013 com o também jornalista Alexandre Fernandes, que, igualmente, trabalhou no Grupo Tribuna: foi editor de Esportes do Expresso Popular. Ela deixa o filho Danilo, de 15 anos. Lembranças “Trabalhar com a Daniela foi um verdadeiro presente em minha carreira. Lembro com carinho da forma como ela, já como repórter, me tratava quando eu, ainda universitário, comecei a estagiar no Expresso Popular, em 2006. Depois, vieram o dia a dia na redação e os inúmeros plantões que fizemos juntos por anos, no Expresso e em A Tribuna. Jornalista de mão cheia, daquelas que graças ao talento tornava simples até a tarefa mais difícil, a Dani também sempre tinha um sorriso no rosto pronto para compartilhar, um bom conselho para dar e uma mensagem de esperança, que ela soube traduzir tão bem nessa luta que travou nos últimos anos. Ela deixa muita saudade. É um momento muito difícil”, descreve o editor-executivo de A Tribuna, Bruno Rios. “Sempre enxerguei na Daniela Paulino um exemplo de superação e de garra. Passou por momentos difíceis na vida e nunca perdeu o brilho no olhar nem a vontade de lutar. Além de tudo isso, uma jornalista maravilhosa. Se tivesse que definir a Daniela em apenas uma palavra, com certeza, essa palavra seria ‘vencedora’”, diz o editor de Cidades de A Tribuna, Marcelo Luís. “A Daniela é um desses seres humanos excepcionais. Além de ser uma inspiração na minha profissão, ela, o Alexandre e o Danilo são minha segunda família. Certa vez, ela ouviu que sua missão era ser exemplo. Esta, certamente, é uma definição que cabe à Dani. A pessoa mais incrível que conheci na vida”, comenta o repórter Júnior Batista, que teve Daniela como chefe no Expresso Popular. “Perdi minha amiga, minha irmã. A Dani é para sempre”, lamenta a jornalista Thaís Lyra, que também trabalhou em A Tribuna.