[[legacy_image_19155]] Um jovem de 16 anos com diabetes tipo 1 sofre com a falta do medicamento no Ambulatório Médico Especialista de Santos há mais de um mês. A mãe, Raquel Aparecida de Oliveira Rosa, de 41 anos, conta que precisou arcar com as despesas do remédio, o novorapid, nos últimos dois meses, que está fora de seu orçamento. Clique e Assine A Tribuna por R\$ 1,90 e ganhe acesso ao Portal, GloboPlay grátis e descontos em lojas, restaurantes e serviços! O garoto Ângelo de Oliveira Morais Rosa depende da medicação para o controle da doença.“O remédio custa em torno de 50 reais, e eu pego três por mês. Mês passado fui buscar, e já não tinha. Esse mês liguei, e também não tinha, sem previsão de quando vai chegar”, conta a mãe. [[legacy_image_19156]] Ela ainda diz que a diabetes do filho é muito alta, e o remédio é essencial para que ele viva. “Entre mês passado e esse, gastei uns 350 reais com o remédio”, relata Raquel. Resposta Procurada por ATribuna.com.br, a respeito da falta do novorapid na unidade de saúde, a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo respondeu que a insulina Asparte faz parte da lista de medicamentos adquiridos pelo Ministério da Saúde, responsável pelo planejamento, compra e compartilhamento com os Estados, que por sua vez, apenas redistribui para as farmácias, à medida que os lotes chegam a SP. De acordo com a secretaria, com a chegada de novo lote, o item está em fase de envio às regiões com reabastecimento nesta quinzena. Os responsáveis pelos pacientes serão orientados sobre a disponibilidade.