[[legacy_image_107502]] Quem planeja viajar e levar seu pet tem que tomar cuidados para garantir que o passeio seja divertido e seguro, também, para seu bichinho de estimação. Na semana passada, um filhote de cachorro da raça golden retriever morreu após uma viagem de avião de São Paulo para o Rio de Janeiro. Por isso, o indicado é se preparar o quanto antes (veja infográfico). Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Para levar cães e gatos, é preciso uma caixa de transporte adequada ao peso e ao tamanho do animal. Se as férias forem curtidas de carro, por exemplo, pode-se optar pela cadeirinha especial para os cachorrinhos. Ela possui uma coleira peitoral para segurá-lo. “O cão pode ficar em pé, sentado ou deitado na cadeirinha. A coleira dá uma certa folga, possibilitando mobilidade. Ele é como uma criança: você não a transporta solta no carro”, explica a professora do curso de Medicina Veterinária da Universidade Metropolitana de Santos (Unimes) e especialista em Bem-Estar Animal Paula Bastos. É proibido dirigir com animais no colo. Também não se podem levá-los na parte externa do carro sem autorização. Os dois casos rendem multa e perda de pontos na habilitação. Dicas Para que a viagem seja tranquila, uma dica é levar o pet a um passeio antes de pegar a estrada. Isso fará com que ele viaje mais sossegado. “Ele pode enjoar por causa de medo, por exemplo. Esses cuidados vão ajudar a evitar estresse. O tutor também tem que fazer com que o bichinho associe essa situação, de entrar em uma caixa de transporte e de viajar, a algo gostoso. É muito comum dar um petisco bem saboroso nessa hora. O ideal é fazer essa rotina desde filhote, para acostumá-lo”, acrescenta Paula. Outros meios Se a viagem for pelo ônibus, procure a empresa de transporte para saber quais são as exigências. Cada uma costuma ter normas próprias. Mas, em geral, é possível levar o pet no assento a seu lado (veja infográfico). As principais companhias aéreas também permitem que os animais acompanhem seus donos a bordo. É obrigatório levá-los em caixas de transportes adequadas ao tamanho e ao peso. Para isso, os pets devem pesar, no máximo, dez quilos. Em outros casos, há a opção do transporte na área de carga. Segundo a especialista, não é aconselhável dar remédio ou anestesiar o animal. O indicado é que haja água, espaço para ele se movimentar e conforto térmico na viagem e no desembarque. “Barulho também estressa muito”, acrescenta a especialista.