[[legacy_image_63966]] Registro recebe uma remessa de oxigênio do Ministério da Saúde, e consegue estabilizar o atendimento. Após o anúncio de que havia risco de esgotarem as reservas nos hospitais da cidade, o Governo do Estado enviou dezesseis cilindros, que já chegaram à cidade e começaram a ser usados. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Com a ativação do Plano Oxigênio Brasil, que trata de envios de cilindros de oxigênio e instalação de mini usinas, o problema deverá ser minimizado. O Ministério da Saúde pretende dar suporte e monitorar a demanda de forma constante. Em nota, o Ministério da Saúde informou que vem trabalhando de forma conjunta com os ministérios da Economia e da Defesa, com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além de empresas fornecedoras, para otimizar as entregas em todo o país. "No momento, o abastecimento do produto atinge, de forma mais intensa, estabelecimentos de saúde que dependem de oxigênio gasoso, entregue em cilindros – grandes hospitais recebem o produto na forma líquida e as empresas produtoras têm garantido as entregas aos estabelecimentos", diz trecho. Ainda de acordo com a nota, pequenos hospitais e unidades de pronto-atendimento dependem de cilindros por não disporem de reservatórios criogênicos para receber o oxigênio de forma líquida. A duração dos estoques em cada local depende da quantidade de cilindros disponível e do consumo do produto em cada estabelecimento de saúde. O Ministério da Saúde também fez aquisições de concentradores de oxigênio na China e nos Estados Unidos, com apoio da iniciativa privada – a previsão de chegada é para a primeira semana de abril. Além disso, está apoiando a requisição, o transporte e a instalação de mini usinas de oxigênio – duas foram enviadas do Rio de Janeiro para o Amapá e já estão em funcionamento.