[[legacy_image_242942]] O Ministério da Educação (MEC) afirmou que anunciará, “em breve”, o reajuste da Bolsa Permanência do Programa Universidade para Todos (Prouni), que está sem aumento desde que foi criada, em 2013. O auxílio é de R\$ 400,00, pago a bolsistas integrais do programa que estudam o dia todo e têm renda familiar por pessoa de até 1,5 salário mínimo (R\$ 1.953,00). Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O valor da bolsa é definido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, diz o ministério, em nota. O ministro Camilo Santana, da Educação, e a ministra de Ciência, Tecnologia e Inovações, Luciana Santos, se reuniram no último dia 12 para debater o aumento do auxílio e outras políticas públicas relacionadas às universidades. A medida é um apoio aos estudantes de baixa renda para minimizar as desigualdades sociais, étnico-raciais e contribuir para a permanência e a diplomação dos alunos de graduação em universidades privadas e públicas. Esta é uma das questões que levam estudantes bolsistas a não terminar a graduação. Até o fechamento desta edição, o MEC não informou à Reportagem quantos bolsistas integrais da Baixada Santista estão matriculados. Prouni O Prouni foi instituído em 2005 pelo então ministro da Educação, Fernando Haddad, no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A iniciativa prevê a oferta de bolsas de estudo, integrais e parciais (50% do valor da mensalidade do curso), em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições de Ensino Superior privadas. O público-alvo do programa é o estudante sem diploma de nível superior. Para participar do programa, é necessário ter sido estudante da rede pública de ensino ou estudante da rede privada como bolsista integral. É necessário ter renda bruta mensal familiar de até um salário mínimo e meio por pessoa para concorrer às bolsas integrais (100%). No caso dos bolsistas parciais (50%), pode-se ter renda de até três salários mínimos (R\$ 3.906.00) por pessoa. São elegíveis, ainda, pessoas com deficiência e professores da rede pública de ensino (exclusivamente para cursos de licenciatura e Pedagogia, destinados à formação do magistério para Educação Básica; neste caso, não há limite de renda). Para se inscrever, é preciso ter realizado pelo menos uma das duas últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), promovida antes do processo seletivo, e ter alcançado, no mínimo, 450 pontos de média nas notas das cinco provas do exame. O estudante também não pode ter tirado zero na prova de redação do Enem e não ter participado do exame na condição de treineiro. Objetivos Objetivos A iniciativa prevê a oferta de bolsas de estudo, integrais e parciais, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas. O público-alvo é o estudante sem diploma de nível superior. Para participar, é necessário ter sido estudante da rede pública de ensino ou estudante da rede privada como bolsista integral. É necessária renda bruta mensal familiar de até 1,5 salário mínimo por pessoa para concorrer às bolsas integrais.