[[legacy_image_212807]] Os prefeitos da Baixada Santista têm posições distintas sobre quem apoiar neste segundo turno das eleições para o Governo Estadual e a Presidência da República, no dia 30. Na disputa do Palácio dos Bandeirantes, três deles afirmaram que estarão ao lado do candidato Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos). Esse é o caso de Ademário Oliveira (PSDB, de Cubatão), Márcio Melo Gomes, o Márcio Cabeça (Republicanos, de Mongaguá), e Tiago Cervantes (PSDB, de Itanhaém), que tomou essa decisão nesta quarta (5). Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Na noite de terça-feira (4), Oliveira divulgou um vídeo nas redes sociais para manifestar sua posição, seguindo a orientação do governador Rodrigo Garcia (PSDB), que não se reelegerá.“São Paulo é um Estado forte porque sempre defendeu a austeridade, a responsabilidade fiscal, as desestatizações e as concessões. Tudo o que eu vi do Tarcísio foi o que sempre defendemos a vida inteira”, justificou. Cabeça reiterou que foi o único chefe do Executivo da região que esteve ao lado de Freitas desde o início da campanha. “Acredito nas propostas do ex-ministro da Infraestrutura. São Paulo, a Baixada Santista e a nossa cidade podem se desenvolver muito mais com ele no governo”, citou. O gestor crê que a reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL) é importante para que “o País não dê passos para trás e por ser a melhor opção”. Ele citou que o Governo Federal enviou verba para obras na Cidade, que sofreu uma forte ressaca em abril de 2020. Oliveira também apoiará Bolsonaro, sob orientação de Garcia. Cervantes explicou que sua postura quanto ao Planalto “será definida em conjunto com a equipe de trabalho, visando ao melhor projeto que atenda às demandas do Município”. Neutralidade e indefiniçãoO prefeito Válter Suman (PSDB), de Guarujá, ficará neutro. Diz esperar “dos governantes que vierem a ser eleitos as devidas atenção e importância para com Guarujá e Vicente de Carvalho, que têm inúmeros projetos estratégicos em execução neste momento, nos âmbitos estadual e federal”. A expansão portuária, o início da operação do Aeroporto Civil Metropolitano, a construção da ligação seca com Santos, as obras da segunda fase da Avenida Perimetral, a retomada dos investimentos nas áreas de petróleo e gás e a garantia do abastecimento de água são parte das demandas elencadas pelo prefeito. Luiz Maurício (PSDB), de Peruíbe, lamentou que o governador não tenha sido reeleito, pois sempre defendeu a candidatura do tucano pela relação construída nos últimos anos, pelos investimentos que estão sendo realizados na Cidade e que estão bem encaminhados, como a construção do hospital municipal, a estadualização do Ambulatório Médico de Especialidades (AME) e obras de drenagem e de infraestrutura urbana. O gestor deixou claro que o voto e apoio dele dependerão dos compromissos firmados com a Cidade. “Quero fazer reunião com os candidatos que disputam o segundo turno para falar das nossas pautas. Depois, vou dialogar com quem sair vencedor nas urnas. Sempre vou defender os interesses de Peruíbe”, justificou Maurício. A chefe do Executivo de Praia Grande, Raquel Chini (PSDB), informou que ainda não definiu quem apoiará no segundo turno. Esse também é o posicionamento do santista Rogério Santos (PSDB). Sem respostasA Tribuna não obteve retorno dos prefeitos de Bertioga, Caio Matheus (PSDB), e de São Vicente, Kayo Amado (Pode). O chefe do Executivo vicentino se casou na última terça-feira e está em lua de mel.