Levantamento quinzenal de preços de repelentes feito pelo Procon-SP aponta que, entre 19 de fevereiro e 6 de março, o preço médio de repelentes de insetos subiu 2,85% na Baixada Santista. Houve alta em outras duas regiões: na Capital (2,42%) e em São José do Rio Preto (0,11%). Na de Ribeirão Preto, queda de 1,92%. Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! O Procon-SP tem pesquisado os preços médios de repelentes desde o final do ano passado em cidades com alta incidência de casos de dengue. O objetivo é auxiliar o consumidor a escolher o produto. A pesquisa, que está na sétima edição, era mensal, mas será feita a cada 15 dias até meados deste ano. Na Baixada Santista, visitaram-se seis farmácias e drogarias de Santos e São Vicente. O levantamento apontou que o preço médio, em 19 de fevereiro, era de R\$ 41,95 e, em 6 de março, de R\$ 43,14. De 20 itens pesquisados, seis tiveram queda no preço médio, 13 apresentaram alta e um se manteve. A pesquisa apurou que, nos estabelecimentos de Santos e São Vicente, a maior diferença constatada pelos especialistas foi do Repelente OFF Toque Leve de 100 gramas em gel da Johnson. Em um estabelecimento, custava R\$ 53,99 e, em outro, R\$ 24,19 — menos da metade. O coordenador regional do Procon-SP em Santos, Fabiano Mariano, explica que a diferença nos preços se dá porque, no Brasil, a precificação de produtos é livre. “Exceto o cigarro, que é um produto tabelado. Para os demais, os comerciantes têm a liberdade de determinar o preço que achar mais conveniente”, afirma. Por isso, a recomendação é que o consumidor pesquise antes de comprar. “Cabe ao consumidor fazer um consumo consciente, não se precipitar e, quando for fazer essa compra, pesquisar, porque há essa variação significativa de preço”.