[[legacy_image_278718]] Duas reuniões foram realizadas nesta segunda-feira (3) para decidir o futuro dos 128 refugiados afegãos que estão abrigados no Sindicato dos Químicos, no Solemar, em Praia Grande. Representantes dos governos municipal, estadual e federal se juntaram para encurtar o processo de documentação para que eles tenham acesso rápido à educação e benefícios assistenciais. Conforme informado pela TV Tribuna, a primeira reunião do dia foi para discutir sobre a questão da saúde. A rede municipal está sendo preparada para atender os refugiados nas unidades e, inclusive, há possibilidade de disponibilizar transporte para hospitais ou postos de saúde, caso seja necessário. A segunda pauta discutida foi a documentação desses 128 afegãos. Nesta terça-feira (4), assistentes sociais do Município estarão no abrigo para começar a dar entrada CPF e RG para os refugiados. A pressa para que os afegãos obtenham esses documentos é para que, o quanto antes, as crianças refugiadas consigam ter acesso a rede de ensino municipal e as famílias tenham direito aos benefícios assistenciais do Governo Federal, como o Bolsa Família. Dentre os abrigados no Município, são 35 crianças de até 12 anos. Enquanto a documentação não fica pronta, os refugiados já possuem o visto humanitário que dá o direito de transitar por qualquer ponto do território nacional pelo prazo de 90 dias. O grupo chegou em Praia Grande na última sexta-feira (30) e deve ficar cerca de 30 dias na Cidade, depois de dias no aeroporto internacional de São Paulo. O prazo pode ser renovado posteriormente. Dias na PGDe acordo com o presidente do Sindicato dos Químicos, Hélio Rodrigues, atualmente os refugiados estão sendo ambientados com o território brasileiro e o cardápio do local está sendo adaptado por eles. Há orientações espalhadas pelo local em persa, sobre cuidados com a praia e no Município, e a rua da colônia está interditada pela Guarda Civil Municipal (GCM).