[[legacy_image_28859]] A paixão por piercings e tatuagens de Carol Praddo acabaram fazendo com que ela mudasse completamente o visual nos últimos anos. Tentando mostrar sua nova realidade para as pessoas, a Carol mostra o seu dia a dia nas redes sociais e acabou fazendo bastante sucesso. Clique aqui e assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90. Ganhe, na hora, acesso completo ao nosso Portal, dois meses de Globoplay grátis e, também, dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Em conversa com ATribuna.com.br, a moradora de Praia Grande falou sobre sua transformação radical. "Sempre gostei de tatuagens, mas tudo realmente começou quando conheci meu marido, que é tatuador. Daí em diante foi como juntar a fome com a vontade de comer". "Comecei a mudar um pouco mais radicalmente há uns três anos. Além das tattoos e piercings, decidi começar as modificações corporais", conta Carol, que fez pigmentação dos olhos, implantes transdermais, entre outras mudanças. Dos procedimentos que fez, ela garante que o que mais doeu foi a tatuagem no contorno dos olhos. [[legacy_image_28860]] Hoje, Carol trabalha como body piercer e body mody, mas também arruma um tempo para postar diversas fotos nas redes sociais. Segundo ela, a intenção das postagens é mostrar como ela é, "como mãe, esposa e mulher". Obviamente, o seu visual diferente acaba gerando pré-conceitos de algumas pessoas, mas a mulher não se incomoda com os comentários e foca nas energias positivas. "Procuro dizer para todos que sou uma pessoa totalmente modificada. Tanto por fora, quanto por dentro. Não adianta as pessoas que nos julgam ter esse preconceitos do que é uma pessoa 'ruim' se, antes, ela não conseguir enxergar o que de tão ruim tem dentro dela". Carol é casada com o tatuador Michel Praddo, que também fez diversas modificações corporais. Por conta do relacionamento, a body piercer ganhou o apelido de 'mulher demônia'. "Meu marido foi ajudar um senhor que havia sofrido um acidente, e no hospital acabou sofrendo preconceito de algumas pessoas. Daí ele desabafou e falou que só o Diabão se prontificou para ajudar o idoso. Desse dia em diante ele já ficou conhecido como Diabão Praddo. Um tempo depois foi automático, passei de Carol Praddo, para a Mulher Demônia". O apelido não incomoda ela, pois não mostra a sua verdadeira essência. "Posso te garantir que, hoje, eu e meu marido somos pessoas não só modificadas. Mas sim abençoadas por Deus. Pois mudamos em vários aspectos e estamos sempre em evolução". Para o futuro, moradora de Praia Grande espera que as pessoas possam ser amadas pelo que realmente são. "Espero um futuro aonde possamos ser livres de todo mal. Aonde as pessoas possam ser amadas e queridas pelo o que realmente são. Que as pessoas possam compreender que Deus é amor". [[legacy_image_28861]]