[[legacy_image_65046]] Morador do bairro Jardim Anhanguera, em Praia Grande, Saulo Alexandre Machado, de 48 anos, tem sua agenda lotada durante todo o ano por conta de ações beneficentes. Sempre com o intuito de ajudar o próximo, o comerciante criou três projetos sociais - que tiveram início em 2015 - para ajudar famílias e crianças do seu bairro natal. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Em conversa com ATribuna.com.br, Saulo revela que é 'apenas' um elo entre os mais necessitados e as pessoas que querem ajudar. "Eu organizo os eventos, as doações e tudo mais, só que quase 100% do que arrecadamos vem dos munícipes que me procuram querendo ajudar também". Contudo, as boas ações do comerciante tiveram de ser quase que inteiramente interrompidas por conta da pandemia da Covid-19. Ainda assim, o momento complicado não não o fez parar. "Vamos voltar com tudo 100% quando todos nós estivermos vacinados", conta. Para comemorar seu aniversário, que acontece no dia 9 de maio, Saulo organizou uma entrega de marmitas semanal para famílias carentes. As entregas acontecem toda sexta-feira, e ocorrem até a semana da sua data de nascimento. A meta é doar 100 marmitas em cada uma das entregas. Para a próxima semana, o comerciante já conta com a ajuda de uma mulher, que vai disponibilizar 50 marmitas de feijoadas para os moradores carentes. "É assim que o projeto segue, quando vejo, alguém de Santos está doando macarrão, depois alguém de São Vicente doa pacotes de salsichas, e assim seguimos ajudando quem precisa". Projetos sociais Desde de 2015, Saulo toca 3 projetos voltados para a caridade, são eles: Jads Vila do Sapo - Fazer o bem sem olhar a quem, República do Samba e Jads Vila do Sapo - Escolinha de Futsal. Sempre com o intuito de ajudar, o homem realiza pelo menos um grande evento por mês para a arrecadação de bens. "Destas ações que faço, a que mais durou foi a doação de 500 pães por semana para essas famílias, acho que junto de mais dois amigos, fizemos por 2 anos e meio. Paramos em setembro do ano passado por conta da pandemia, mas assim que tudo estiver normalizado, pretendo retornar com mais essa ação", afirma. [[legacy_image_65047]] Ao ser perguntado de onde veio tanta compaixão pelo próximo, o comerciante revela que é por conta do bairro onde vive. "Cara, aqui tem muita gente carente, é um bairro muito carente de Praia Grande, então a gente acaba vendo no dia a dia as pessoas necessitadas, temos que fazer alguma coisa para ajudar". O comerciante ainda fala que os projetos só trouxeram coisas boas para sua vida, e até quando ele próprio precisou de ajuda nos últimos anos, os próprios amigos e moradores se mobilizaram para auxilia-lo.