[[legacy_image_215320]] A primeira morte por Varíola dos Macacos na Baixada Santista, segunda no Estado de São Paulo, aconteceu no último sábado (15). A vítima, de 37 anos, era morador de Praia Grande e morreu durante a madrugada em um hospital particular de Santos, onde estava internado devido a doença. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A subsecretária de acompanhamento à saúde de Praia Grande, Bruna Renó, ressaltou à TV Tribuna que os serviços de saúde da cidade monitoraram a vítima e sua família, além de todos contactantes durante o período estipulado. “Não só esse caso, mas todos os suspeitos de Monkeypox do município são acompanhados tanto pela vigilância quanto pelo serviço do AcolhePG.”, diz Renó. Segundo Bruna, a orientação é que todas as pessoas, independentemente da orientação sexual, sejam suscetíveis a se contaminar pela varíola dos macacos. Por isso, quando suspeitar ou apresentar lesões, deve procurar os serviços de saúde do município para apresentar as informações. A subsecretária afirma que sintomas considerados suspeitos são lesões cutâneas que aparecem na pele. “[Elas] têm tendência a reduzir entre uma ou duas semanas e, por isso, que a gente faz o monitoramento dos contactantes durante esse período para ver se alguém mais apresenta essas lesões”, explica. Além de identificar os sintomas, é importante que a pessoa que tenha contato com um caso confirmado separe lençóis, toalhas, faça o isolamento e monitore o aparecimento de lesões.