[[legacy_image_152907]] O professor Guilherme Alvarenga de Oliveira, de 35 anos, foi agredido em uma academia no bairro Vila Caiçara, em Praia Grande. Segundo a vítima, a agressão ocorreu por volta das 14h da última sexta-feira (18). O autor da agressão é desconhecido até então e fugiu do local. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Guilherme contou àA Tribuna que não conhece e sequer viu o autor da agressão. Ele diz ter pedido algumas vezes as imagens de câmeras de monitoramento para a academia Panobianco, mas não obteve sucesso. "Fui atacado covardemente por um sujeito que eu não conheço. Quando voltei à academia para saber quem era o aluno que me agrediu, não me passaram e o dono da franquia ainda disse que eu puxei briga e que a academia não poderia ser responsabilizada, falou que não sabe o que eu faço lá fora para o agressor não gostar de mim. É um absurdo eu passar de vítima para culpado", desabafa. Por conta do ocorrido, o professor afirma que ficou com o rosto machucado, como consta no laudo médico, e que seu óculos de grau quebrou. Um boletim de ocorrência foi registrado por Guilherme logo após o episódio, no 3º DP de Praia Grande. "O que me deixa revoltado é que a academia me tratou como um marginal, sendo que eu fui atacado por um cara que eu não conheço. Graças a Deus não desmaiei. Foi só o constrangimento e a vergonha que eu passei. Estou à base de calmantes. Meu rosto está todo doendo". Além de ter sido agredido, Guilherme também teve sua matrícula no estabelecimento bloqueada. Ele contou que era aluno desde que a academia inaugurou, em meados de abril de 2021, e que está decepcionado, após ser impedido de entrar no local no último sábado (19). "Fiquei super ansioso para frequentar a academia na inauguração, porque ela tinha um porte maior. Jamais imaginei esse descaso. Decepção, tristeza e muita revolta são poucas palavras para descrever o que estou passando. Me disseram que não poderiam tomar um lado, me colocando no mesmo nível do agressor". Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo não confirmou se o caso segue em investigação, mas afirma que populares separaram a briga e que o suspeito fugiu do local. Procurada por A Tribuna, a academia não se pronunciou até a publicação desta reportagem.