Hospital Irmã Dulce é um dos integrantes de complexo que reúne PS Central Guilhermina (foto à direita), UPA Samambaia e Nefro PG (Vanessa Rodrigues/AT) Com a saída da Associação de Gestão e Execução de Serviços Públicos e Sociais (Biogesp) da gestão do Complexo Hospitalar Irmã Dulce, os funcionários da organização social passam a cumprir ordens da Empresa Municipal Praia-Grandense de Educação e Saúde (Empes). Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! De acordo com a Prefeitura de Praia Grande, o complexo, composto por Hospital Irmã Dulce, Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Samambaia, Pronto-Socorro (PS) Central Guilhermina e Nefro PG, tem 1,3 mil funcionários que serão sub-rogados pela Empes — isto é, a empresa municipal assumirá os encargos com eles. A Empes foi criada em novembro passado, após aprovação, pela Câmara, de projeto de lei enviado pela Prefeitura. Com a rescisão do contrato de forma unilateral com a Biogesp, assumiu a gestão do Irmã Dulce. O diretor técnico do complexo é o médico epidemiologista Fábio Mesquita, que até ano passado foi secretário de Saúde de Guarujá. Pagamentos O Sindicato dos Trabalhadores da Saúde (Sintrasaúde) afirma que os salários dos trabalhadores do Complexo Hospitalar Irmã Dulce estão em dia. Porém, falta pagar o reajuste salarial e os benefícios previstos na convenção coletiva de trabalho vigente, firmada com o sindicato patronal (Sindhosfil-Linosesp) em outubro do ano passado. Conforme o Sintrasaúde, a Prefeitura informou que o reajuste previsto na convenção e os retroativos em atraso serão incluídos na folha de pagamento deste mês, a ser quitada no quinto dia útil de agosto. A Biogesp não respondeu à Reportagem até a publicação desta matéria.