A Prefeitura de Praia Grande reforçou o combate ao mosquito Aedes aegypti nos bairros Nova Mirim, Vila Sônia e Caiçara. O inseto transmite dengue, chikunguya, zika e febre amarela urbana. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Na mais recente Avaliação de Densidade Larvária (ADL) feita pelo Município, no mês passado, se constatou que esses locais eram o que tinham mais larvas na Cidade. Agentes de combate às endemias da Secretaria de Saúde Pública realizaram nesta semana uma varredura em casas e estabelecimentos comerciais. A secretaria pede para que moradores autorizem a entrada de agentes em imóveis para vistoria, prestação de esclarecimentos e eliminação de criadouros. Os profissionais são uniformizados e têm crachá de identificação. Neste mês, a Prefeitura fará vistorias também em obras e pontos como cemitérios, desmanche de veículos, borracharias e locais de reciclagem de materiais. Esses espaços são mais vulneráveis à manutenção de água parada em recipientes, um foco de proliferação do Aedes. Também haverá rodas de conversas entre profissionais de saúde e população para tratar do combate ao mosquito. A programação começa na segunda-feira, na Unidade de Saúde da Família (Usafa) da Vila Sônia, e vai até dia 30, no Anhanguera. Paralelamente, ocorrem nebulização (aplicação de inseticida) e soltura de peixes em grandes locais com água parada. Menos casos Dados do Painel de Arbovirose do Governo do Estado indicam que Praia Grande teve 72 casos de dengue nas primeiras 16 semanas epidemiológi-cas do ano — de janeiro a abril. Há uma morte sob investigação (pode ter sido causada pela doença). A situação é diferente da do mesmo período do ano passado, quando o Município tinha 710 casos confirmados. Em 2025 inteiro, ocorreram 1.325 casos e três óbitos. Em 2024, houve 2.316 casos confirmados e oito óbitos.