Ponto que fica no cruzamento das avenidas Castelo Branco e Nossa Senhora de Praia Grande não tem mais assento (Leandro Guedes/TV Tribuna) Usuários do transporte público de Praia Grande reclamam do estado de pontos de ônibus. Citam que muitos têm problemas estruturais e põem a população em risco. Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! O eletricista e encanador Luís Artur da Costa Melo depende do transporte coletivo, principalmente para ir à fisioterapia. Em 2023, ele sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) que comprometeu seus movimentos. Sem poder dirigir, o morador da Vila Caiçara vai ao ponto mais próximo de casa, na Avenida Castelo Branco, na orla. Mas não consegue se sentar para esperar, pois os assentos estão enferrujados e soltos. “Não posso ficar muito tempo em pé”, disse Melo. O cenário é o mesmo em outros pontos da avenida da orla. No Ocian, na altura do número 7.818, a ferrugem tomou conta do equipamento. Ainda na Castelo Branco, o ponto que fica no cruzamento com a Avenida Nossa Senhora de Praia Grande não tem mais assento por falta de manutenção. O que resta é a ferrugem, que suja a calçada. Ponto caiu No último dia 23, um ponto de ônibus na Rua Pedro Batista de Menezes, na Vila Sônia, desabou. Por pouco, a estrutura não atingiu um idoso. Com a queda, a cobertura do ponto foi parar na rua. Agentes da Prefeitura removeram o equipamento. Ninguém se feriu. Prefeitura Em nota, a Secretaria Municipal de Transportes informou que o processo de contratação de uma empresa para manutenção dos pontos de ônibus está em andamento e o edital deve ser publicado nas próximas semanas. O último contrato venceu em 31 de dezembro. A Prefeitura pretende apresentar, ainda este ano, nova concepção arquitetônica para os abrigos e pontos de parada de ônibus, que exigirá menos manutenção.