[[legacy_image_244656]] Tudo aconteceu quando a pedagoga esperava um ônibus para realizar o concurso de Professor Alfabetizador Temporário, em Santos. A recém-formada, acompanhada de uma amiga, foi abordada pelo suspeito, que pedia informações sobre como chegar a Avenida Bernardino de Campos, no Canal 2, também em Santos. Por volta das 7 horas, quando o ônibus passou e cobriu a visão de quem estava do outro lado, o ladrão intimou para que a vítima entregasse o celular, ameaçando-a com uma arma. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! “Até o momento fica repassando na minha mente a abordagem dele e como não desconfiamos da atitude. Fui muito ingênua. Era algo muito óbvio, mas não percebi”. Após o roubo, o criminoso saiu correndo em direção ao motorista de aplicativo que o esperava do outro lado, porém, o motorista de aplicativo percebeu a ação e pediu que o rapaz saísse do carro. A pedagoga conta que foi tudo muito rápido. “Quando gritei dizendo que o suspeito havia levado o meu celular, logo o vi sendo agredido pelos populares. Em seguida, um rapaz recuperou meu celular e afirmou que a arma do assaltante era de brinquedo. Tive sorte por não ter acontecido o pior”, explicou. Para solucionar o caso, a Guarda Civil Metropolitana (GCM) foi acionada enquanto Giovana esperava o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) atender o bandido. Em seguida, a vítima foi até a delegacia para prestar depoimento. “Nesse momento, percebi que não poderia mais fazer a prova. Saí da delegacia por volta das 10h e pedi para a minha amiga, que também ia fazer a prova, perguntar se eu poderia fazer no período a tarde, mas, não tive sucesso”. Giovanna conta que mesmo com a apresentação do BO, a Prefeitura de Santos informou que a pedagoga não poderia fazer a prova pois ela teria até dois dias após o roubo para fazer o boletim. Além do mais, a Prefeitura alega que seria injusto com os outros candidatos, tendo em vista que essa situação poderia beneficiá-la de alguma forma, já que havia a possibilidade de Giovana conhecer as questões que seriam aplicadas. “Chorei de indignação, seria impossívelfazer a prova depois de tudo que passei. Não teria psicológico” A pedagoga, que está desempregada há um mês, agradece por estar segura. “A sensação é de alivio por ter recuperado o meu celular e pela arma ser de brinquedo. As pessoas que estavam à minha volta foram como anjos na minha vida, que não tiveram medo de reagir à essa situação para me ajudar. Só tenho que agradecer”, esclarece.