[[legacy_image_152187]] As obras do Complexo Empresarial e Aeroportuário Andaraguá, em Praia Grande, deverão ser retomadas até o final de junho. Essa é a previsão do diretor-executivo do empreendimento, André Ursini. Os trabalhos estão parados desde 2020. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Anunciado em 2005, esse condomínio logístico prevê um investimento de R\$ 1,3 bilhão e a geração de até 17 mil empregos. Em outubro do ano passado, a 1ª Câmara Reservada ao Meio Ambiente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) revalidou a licença prévia para dar sequência às intervenções previstas nessa área, às margens da Rodovia Padre Manuel da Nóbrega. Com a publicação do acórdão no Diário da Justiça Eletrônico, em novembro, o processo voltou para a Companhia Ambiental do Estado (Cetesb) analisar a documentação. “Estamos fazendo reuniões semanais com a estatal e trabalhamos agora para o cumprimento de algumas exigências que nos foram passadas. Somente após essa etapa a empresa vai emitir a autorização para a supressão de vegetação”, explicou Ursini. A expectativa é que a resposta à Cetesb ocorra em até 90 dias. FasesNa primeira fase do Complexo Andaraguá, está prevista a construção de 247 mil metros quadrados de galpões. “A nossa expectativa é que essa primeira etapa fique pronta em dois anos após o início das obras”, afirmou o diretor-executivo do empreendimento. Inicialmente, a construção da pista do aeroporto estava prevista para essa fase inicial. Porém, ela foi transferida para a segunda, após a solução de uma situação referente a uma comunidade indígena, que fica a dois quilômetros de onde será instalado o complexo logístico. Depois de um acordo, ficou acertado que essa via somente será instalada após a aquisição de uma área de 6 milhões de metros quadrados na Baixada Santista. Eles terão a opção de usar esse grande terreno, que ainda não foi comprado. Na segunda etapa, além da pista para aviões, está prevista a instalação de mais 200 mil metros quadrados de galpões e do aeródromo. Isso deve ocorrer em até dois anos e meio. Na terceira fase, serão erguidas uma torre comercial, um hotel e um espaço com lojas. Nesta fase, assim como na quarta e na quinta, serão erguidos 200 mil metros quadrados de galpões. Cada uma deverá ser concluída em 24 meses. “Muitas empresas da área de logística estão precisando vir para a nossa região. Temos negociado com alguns fundos para recebê-las como inquilinas. Já temos conversas bem adiantadas nesse sentido”, destacou Ursini.