Objetivo é levantar a situação dos animais na Cidade, para desenvolver políticas públicas à causa animal (Will Urbano/Prefeitura de Praia Grande) Moradores de Praia Grande podem pôr microchip e cadastrar animais domésticos nas feiras livres. O projeto Pet PG Chip começou no dia 31 e prossegue até setembro, com um carro estacionado em cada feira onde ocorrerá. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Serão oito edições: na sexta-feira, na Vila Sônia (8); no dia 14, no Samambaia; no dia 19, no Sítio do Campo; no dia 24, no Caiçara; em 2 de setembro, no Antártica; e, 12 de setembro, no Canto do Forte, em 20 de setembro, no Real e, em 27 de setembro, no Boqueirão. A diretora da Divisão de Controle de População Animal da Secretaria de Saúde, Tissiana Ortiz, afirma que o objetivo é levantar a situação dos animais na Cidade, para desenvolver políticas públicas à causa animal. O microchip é inserido na parte de cima do tronco do animal e armazena informações do animal e do tutor. “Suponhamos que um animal esteja perdido: caso ele tenha a microchipagem, a pessoa que o encontrar pode acionar os órgãos responsáveis, possibilitando que o animal seja devolvido”, exemplifica Tissiana. A microchipagem também pode ajudar em casos de abandono, maus-tratos e roubos. O chip pode ser lido em qualquer estabelecimento com leitor, como clínicas veterinárias e organizações de proteção animal. O serviço de microchipagem é apenas para moradores de Praia Grande cadastrados no SinPatinhas, ferramenta do Governo Federal. Caso a pessoa não tenha cadastro, a equipe da Secretaria de Saúde ajudará no acesso à plataforma. Com essas informações, a será possível saber o número aproximado de animais na Cidade, a distribuição por bairros e verificar quantos estão castrados ou vacinados. Nas feiras livres onde o projeto transcorrerá, uma equipe da Secretaria de Saúde tirará dúvidas da população sobre cuidados com animais.