[[legacy_image_262705]] Uma família de Praia Grande pede ajuda para conseguir sustentar e manter um recém-nascido de apenas 26 dias. A mãe dele, a cabeleireira Neide Alves da Silva, de 37 anos, faleceu 16 dias após dar à luz e ser vítima de uma eclampsia tardia. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Durante o sepultamento da cabelereira, o pai da criança, de 32 anos, disse que não criaria o filho e pediu para que a família da mãe cuidasse da criança Sem estar preparada para criar o sobrinho, a tia materna Carolina Oliveira Steiner, de 41 anos, luta para que o bebê tenha condições básicas de higiene como fraldas, pomadas, algodão e lenços, além de um berço, carrinho e roupas de bebê. “O pai disse que não queria cuidar da criança por causa de seu trabalho. E essa atitude dele, me pegou desprevenida”, lamentou a tia. Carolina é professora de Muay Thai e kickboxing e tem dois filhos: uma menina de 13 anos que ajuda a cuidar do bebê e outro de 7. Ela se separou faz pouco tempo e mora com os filhos. O pai do recém-nascido entregou a criança para o sobrinho da Carolina no enterro da Neide, que ocorreu em Tiradentes, em São Paulo. Quem trouxe o bebê para a casa da tia, em Praia Grande, foi o sobrinho. Segundo Carolina, o pai não deu nada, Nem fralda, nem dinheiro, nem roupas. "Às vezes, ele liga para ela para perguntar do bebê". “Estamos sem nada. Não sei nem por onde começo. Trabalho, mas agora minha atenção está totalmente focada no bebê. Estou perdida ainda”, comentou a tia. Para ajudar a família, os interessados podem realizar a doação de um item de higiene ou qualquer quantia através do pix mesquitaamanda.adv@gmail.com, ou entrar em contato diretamente com a família pelo telefone (13) 98158-0304.