[[legacy_image_245084]] O ex-presidente Michel Temer (MDB) pediu "tranquilidade" e para o País "seguir adiante", um mês após os ataques golpistas de 8 de janeiro em Brasília. Ele esteve em Praia Grande na manhã desta quinta-feira (9), onde visitou a Escola Fued Temer, que leva o nome de seu irmão, falecido em 1995. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! "Foram acontecimentos terríveis, que causaram indignação no País. Mas, passado um mês, creio que já estamos superando isso. Queremos que se pregue a pacificação", afirmou, evitando ligar o ex-presidente Jair Bolsonaro à coordenação dos atos. Ele falou, ainda, da participação do MDB no governo so presidente Luiz Inácio Lila da Silva (PT). São três pastas comandadas pelo partido: Cidades, Transportes e Infraestrutura - esta com Simone Tebet, candidata do partido nas eleições de 2022 e que teve importante papel na campanha do segundo turno. "O Governo está apenas começando. Mas, penso que o discurso deve ser harmonioso. Quanto à Simone, a função dela, agora, é fazer um bom governo", pontua. Sobre as críticas de Lula feitas durante viagem recente ao Uruguai, onde classificou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016, Temer pontua que muitas vezes acabava "não levando muito em conta". "Por muitas vezes ele me rotulou (de golpista). Mas, dessa vez, precisei me posicionar, por meio de uma nota". Sobre oferecer ajuda ao presidente, ele foi enfático. "Ele não precisa de mim". [[legacy_image_245085]]