Incidente foi na Escola Estadual Júlio Secco de Carvalho, em Praia Grande (Arquivo pessoal) A Escola Estadual Júlio Secco de Carvalho, em Praia Grande, no litoral de São Paulo, onde o teto de uma sala de aula desabou na terça-feira passada (7), foi interditada para obra emergencial, segundo a Unidade Regional de Ensino (URE) de São Vicente, responsável pelo colégio. A entidade afirma que as aulas serão ministradas de forma on-line até que o remanejamento dos alunos seja definido. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! A medida foi tomada após vistoria realizada por um engenheiro da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE). De acordo com a URE, os trabalhos incluem demolição da laje e análise da estrutura para identificar os reparos necessários no local. O cronograma de obra e orçamento ainda serão definidos. O órgão regional informou para A Tribuna que a gestão escolar está identificando locais para que os alunos sejam remanejados e até que isso seja decidido as aulas serão no formato virtual, por meio da Sala do Futuro, para que não haja prejuízo no processo pedagógico. As atividades estão disponíveis em versões impressas e podem ser retiradas na escola. A URE de São Vicente está em tratativas para organizar um espaço para a realização da Prova Paulista. “Os responsáveis serão informados sobre o local assim que ele for definido”, afirmou a entidade, em nota. No dia do incidente, um aluno da escola, que não quis ser identificado, relatou que o local possui diversas rachaduras e infiltração no teto. (Veja vídeo abaixo) -teto desaba Praia Grande (1.509359) Nas imagens, é possível ver parte do teto com tijolos à mostra, além de escombros sobre as carteiras. Não havia alunos na sala no momento da queda - portanto, ninguém ficou ferido - e o espaço foi interditado. O estudante, de 17 anos, afirmou que a escola possui diversos problemas de infraestrutura e falta de manutenção, como ventiladores quebrados, banheiros sem espelhos e mictórios, além de mato alto.