Complexo Hospitalar Irmã Dulce passa por consultoria e modernização em Praia Grande (Alexsander Ferraz/ AT) A equipe do Einstein Hospital Israelita iniciou neste mês as atividades presenciais no Complexo Hospitalar Irmã Dulce, em Praia Grande, no litoral de São Paulo. A parceria do hospital paulistano com a Empresa Municipal Praia-Grandense de Ensino e Saúde (Empes) tem por objetivo modernizar e fortalecer a gestão das unidades de saúde do município da Baixada Santista. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Oito profissionais do Einstein, entre médicos, enfermeiros, farmacêuticos e administradores, estiveram no Irmã Dulce para visitar os setores da unidade a fim de conhecer todos os procedimentos da instituição. Também houve reuniões com os gestores para aprimorar o trabalho e a assistência. A expectativa é que o Einstein Hospital Israelita consiga fazer um mapeamento do complexo para avançar no contrato de consultoria firmado com a Prefeitura. Esse contrato assinado foi em setembro e tem valor de R\$ 2,2 milhões e duração de 20 meses. O documento não prevê a criação de serviços nem atendimento dos profissionais do Einstein na saúde da Cidade. Governança De acordo com a Secretaria de Saúde de Praia Grande, o contrato prevê consultoria para o desenvolvimento de um modelo de governança corporativa da Empes. Também faz parte dele a melhoria dos processos assistenciais do Irmã Dulce, compreendendo diagnóstico, estruturação, desenvolvimento de instrumentos, proposição de ações, orientação técnica, acompanhamento da implementação e transferência de conhecimento. A secretaria detalha que o trabalho terá duas frentes. Na primeira, será desenhada a governança corporativa da Empes, e a segunda terá foco na qualificação assistencial. Depois disso, será elaborado um plano de ação pautado na realidade do hospital para atuação conjunta. A Empes é responsável pelo Hospital Irmã Dulce, pela Unidade de Pronto Atendimento Samambaia, pelo Pronto-Socorro Central Guilhermina e pela Nefro PG. Assumiu a gestão das unidades de saúde após a Administração romper, em julho, o contrato com a Associação de Gestão de Serviços Públicos e Sociais (Biogesp).