[[legacy_youtube_9OvE8-LcSRQ]] Moradoras do bairro Ribeirópolis, em Praia Grande, divulgaram e denunciaram, por redes sociais, o ‘abandono’ de contas da “CPFL Energia” em terreno próximo de suas casas, na última quinta-feira (25). A equipe de A Tribuna foi até o local e conversou com as duas mulheres que fizeram os registros fotográficos. De acordo com os relatos, muitas correspondências estavam lacradas e eram endereçadas a outros bairros da cidade. Ainda foi informado que, após a publicação ganhar popularidade na internet, um funcionário da empresa recolheu as contas. Confira a videorreportagem acima. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! A moradora Isadora Oliveira Ricardo relatou que frequentemente vê contas da “CPFL” no terreno, mas, nesta semana, decidiu captar imagens e divulgar nas redes sociais. “Começaram a aparecer cartas da CPFL desde a semana passada, mas, nesta, apareceram mais e de outros bairros. Vi cartas do [bairro] Balneário Maracanã, Caiçara, Rio Branco e até mesmo daqui”, explica. “Vim mais cedo, fotografei e achei legal divulgar. Só que, logo depois que divulguei, as cartas sumiram”. De fato, no horário de chegada da equipe ao local, nenhuma correspondência foi avistada. Isadora também contou que, em conversa feita anteriormente com um funcionário da CPFL, foi informado que algumas contas eram do ano passado. “Eles encontraram algumas cartas que já estavam meio rasuradas e estragadas, mas as cartas que tirei foto hoje não pareciam ser do ano passado, pois estavam muito novas. Parecia que alguém tinha acabado de joga-las”. [[legacy_image_64099]] Por sua vez, Maria Lúcia Pereira, que é vizinha de Isadora e também notou a ‘presença inusitada’ das correspondências ‘abandonadas’ no terreno, disse que o problema é recorrente. “Há algum tempo, estão por aqui. As pessoas vêm, jogam entulho, a Prefeitura limpa e leva embora. Mas, hoje, quando cheguei, tinha mais um ‘montão’”, explica. “Já faz algum tempo, acredito que seja desde o início de fevereiro que estão jogando aqui”. Perguntada sobre um possível ‘culpado’ pelas contas ‘abandonadas’, respondeu que nunca viu alguém despejando as correspondências no local. “Elas ‘apenas’ aparecem. Com essa pandemia, ficamos mais nas nossas casas e pouco do lado de fora. Então, nunca vimos, mas já olhamos [os endereços] e percebemos que algumas são da Vila Caiçara, Maracanã e Rio Branco. Ou seja, contas de longe são jogadas aqui”. [[legacy_image_64100]] A equipe de A Tribuna entrou em contato com a Prefeitura de Praia Grande, que indicou, via assessoria de imprensa, que a reportagem entrasse em contato com a concessionária CPFL para mais detalhes, uma vez que a cobrança e envio dos boletos é feita pela própria empresa. Assim, a empresa foi procurada e respondeu, também via assessoria de imprensa, que “a CPFL Piratininga informa que irá averiguar a situação”. Por fim, A Tribuna também entrou em contato com os Correios, que informaram que também seguem na apuração do caso. Até o momento da publicação desta matéria, não enviaram novas informações.