De acordo com cliente, várias pessoas deixaram de levar o produto (Vitor Luiz) Os mercados ficaram movimentados durante o feriado da Sexta-Feira Santa e, em meio a isso, uma cena chamou atenção em Mongaguá, no litoral de São Paulo. Isso porque clientes viram pombos comendo arroz no Mercadão Atacadista da cidade. Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! Imagens do flagra circulam nas redes sociais e foram feitas pelo influenciador Vitor Luiz, de 43 anos. Nelas, fica evidente que os pombos estavam pelo mercado. "Eu mesmo filmei, enquanto fazia compras. Vi gente deixando de levar arroz por causa disso. O mercado está infestado de pombos", contou Vitor. Ele também disse que a cena é comum no local. “A loja está infestada. Todo lugar tem pombo em cima dos produtos. Sempre foi assim. Não entendo como a Vigilância Sanitária ainda não tomou nenhuma atitude, porque isso já dura anos”. Além da sujeira no mercado, o homem de 43 anos comentou sobre a questão da saúde dos clientes. "Pombos transmitem doenças e carregam pragas como pulgas e outros parasitas. É nojento. As fezes deles podem causar sérias doenças", afirmou. Em nota, o Mercadão Atacadista disse que a empresa já está ciente do ocorrido e que está acompanhando o caso com total atenção. "Desde o momento em que a situação foi identificada, medidas internas vêm sendo adotadas com o objetivo de corrigir eventuais falhas e reforçar os padrões de segurança e higiene que sempre praticaram", disse a empresa. No posicionamento, também é destacado que "o bem-estar dos clientes e colaboradores sempre foram prioridades absolutas da gestão do mercado". Ainda conforme a rede atacadista, é mantido diálogo constante com os órgãos responsáveis, colaborando ativamente para garantir que qualquer problema seja tratado com a seriedade e responsabilidade."O Mercadão Atacadista também reafirmou que segue à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários e que continua trabalhando para oferecer um ambiente seguro, limpo e adequado para todos que frequentam suas lojas. A reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Mongaguá, para posicionamento sobre o caso, mas não obteve resposta até a publicação da matéria.