[[legacy_image_21001]] Os petroleiros mantêm a greve nas refinarias do Brasil e fazem ato nesta terça-feira (18), às 16 horas, em frente à sede da Petrobras, no Rio de Janeiro. A mobilização ocorre mesmo após o Tribunal Superior do Trabalho (TST) ter considerado a paralisação abusiva e liberado a estatal para aplicar “eventuais sanções disciplinares aos trabalhadores”. Esta é a maior greve do setor desde 1995. Na região, há 4.500 funcionários da holding e entre 52% e 60% estariam de braços cruzados, segundo o coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Litoral Paulista (Sindipetro-LP), Adaelson Costa, “no operacional chega a 80%”. O TST ainda impôs multa diária, que pode variar entre R\$ 250 mil a R\$ 500 mil, aos sindicatos envolvidos. Tudo isso será avaliado durante o protesto no Rio de Janeiro. “Também vamos decidir quais serão os próximos atos. Agora, a greve continua, mas estamos conversando com nosso jurídico”, acrescenta Adaelson. Ele afirma ainda que o sindicato não foi notificado sobre o posicionamento do TST. Já a Petrobras informa que “notificou as entidades sindicais da decisão e aguarda que todos os empregados retornem às suas atribuições imediatamente”.