[[legacy_image_237846]] Sol, praia, calor e... mosquitos. A temporada de verão está aí, embora com temperaturas mais amenas, mas a atenção com o Aedes aegypti, mosquito transmissor de doenças como a dengue e a chikungunya, continua na ordem do dia nos municípios da Baixada Santista. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A redução de 92,6% nos casos de 2021 para 2022, contudo, não permite relaxamento. A queda foi de mais de 11 mil casos, indo de pouco mais de 12.106 em 2021 a pelo menos 895 no ano passado (os números de Praia Grande não foram fornecidos até o fechamento desta edição; confira os das outras cidades na tabela). Santos, que teve o maior número de casos em 2022 (353), por exemplo, aposta na varredura completa, buscando vistoriar todos os endereços dos bairros. No ano passado, a Cidade realizou 26 mutirões de combate ao Aedes, eliminando 1.546 focos de larvas de mosquitos no total. Em São Vicente, a Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ) segue realizando as atividades no combate à dengue e à chikungunya em locais de maior incidência de casos. A unidade continua com as visitas nos domicílios, nos pontos estratégicos (visitas em locais como ferros-velhos, borracharias, cemitérios e pátios de apreensão de veículos) e nos imóveis especiais (escolas, creches, quartéis). A UVZ também mantém o Disk-Dengue pelo número 0800-7710037. Em Guarujá, a Prefeitura comemora o feito de conseguir manter o número de casos menor do que o esperado. Também recebeu apoio da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), do Governo Estadual, que enviou um veículo de apoio e fez a readequação do fornecimento da quantidade de larvicida. Em Cubatão, o Serviço de Controle de Zoonoses intensificou a fiscalização e vistoria nos bairros Vila São José e Vila Nova. São planejadas novas ações de fiscalização em outros bairros e medidas educativas. Enquanto isso, Bertioga tem realizado iniciativas de controle das arboviroses (doenças causadas por vírus que são transmitidos, principalmente, por mosquitos), por meio do Programa Municipal de Combate às Arboviroses (PMCA), com ações de inspeção preventiva de casa em casa, em imóveis especiais e pontos estratégicos. Litoral sul Em Mongaguá, agentes da Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ) realizam ações estratégicas, como a Avaliação de Densidade Larvária (ADL), que consiste em vistorias dos imóveis de forma amostral, a fim de quantificar a infestação de mosquitos em todas as áreas da Cidade e colher dados sobre os principais tipos de criadouros. Essas ações acontecem, principalmente, por meio de mutirões pelos bairros. De forma paralela, há a aplicação de inseticida e larvicida. Itanhaém vem realizando ações educativas, visita a imóveis, bloqueios, mutirões, atendimento a denuncias, avaliação de densidade larvária, treinamentos, reuniões periódicas em sala de situação e elabora um plano de contingência. Em Peruíbe, após a realização da atividade de Avaliação de Densidade Larvária, se planejará a intensificação de ações nas áreas mais afetadas. [[legacy_image_237847]]