[[legacy_image_345260]] A excelência do jornalismo de A Tribuna é confirmada nas premiações que recebe. Entre elas está o Prêmio Esso, o mais importante do País, no qual o jornal já chegou sete vezes em primeiro lugar. Os dois primeiros foram de Juarez Bahia (O Grande Despertar, 1962, e SOS para o Sisal, 1967). E se seguiram com Cândido Gonzalez, José Rodrigues e Miriam Guedes de Azevedo (Salário Mínimo, 1971); Carlos Manente, Carlos Monforte, Ouhydes Fonseca e Rafael Dias Herrera (Invasão do Continente, 1972); Áureo de Carvalho, Eron Brum e Rafael Dias Herrera (BR-101, a Estrada do Sol, 1973) e Leda Mondim, Luiz Augusto Lane Valiengo e Manuel Alves Fernandes (Catástrofe na Serra do Mar, 1985). O mais recente veio em 2009. As vencedoras foram as jornalistas Suzana Fonseca e Tatiana Lopes, com o caso Alessandra Galvão dos Santos. A jovem de 29 anos encontrou a mãe, após descobrir ter sido sequestrada ainda bebê. Foram duas semanas de busca por informações. O final feliz veio em 21 de maio, com o teste de DNA. Ele confirmou que a dona de casa Neusa Dias Franco era a mãe biológica de Alessandra. A história foi parar no Fantástico, da TV Globo. [[legacy_image_345261]] Vladimir HerzogAinda em 2009, o repórter fotográfico Alexsander Ferraz foi vencedor no Prêmio Vladimir Herzog. A imagem retrata o desespero do pai e do marido da advogada Neile Gonçalves do Santos Rosário, ao lado do carro onde foi encontrada morta, após ser alvejada por ladrões em uma tentativa de assalto. Outro Vladmir Herzog veio no ano seguinte. O repórter Renato Santana ganhou na categoria Jornal com a série de reportagens Crimes de Maio, sobre a ação de grupos de extermínio formados por policiais que agiram em represália aos ataques da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), ocorridos em maio de 2006. Um mês e meio foi necessário para a produção das matérias. Outros prêmiosEm 1976, os jornalistas José Carlos Silvares, Áureo de Carvalho e Silvio Guimarães ganharam premiação especial, no II Prêmio Nacional Scania de Jornalismo, com a série De um lado a Serra. Do outro, o Porto. No meio o carreteiro. Em 1975, o trio havia conquistado o segundo lugar no mesmo concurso. Em 1997, o Prêmio CNT de Jornalismo foi para Armando Akio, Flávio Freire e Hélio Schiavon, com a série sobre o panorama da modernização dos principais portos brasileiros. No mesmo ano, a então subeditora de A Tribuna, Lídia Maria de Melo, conquistou o Prêmio Vladimir Herzog de Anistia de Direitos Humanos, com o conto Bala Perdida, na categoria Literatura. Em 2006, o Prêmio AMB de Jornalismo ficou com a repórter Patrícia Diguê, com a matéria Nas Mãos do Povo. Já o repórter Lincoln Spada recebeu, em fevereiro de 2014, o 1º Prêmio Irmã Maria Dolores, por reportagem sobre altruísmo de lideranças comunitárias da Zona Noroeste, em Santos.