[[legacy_image_4898]] Um levantamento realizado pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), junto às Prefeituras e órgãos estaduais, apontou que, a Baixada Santista possui 48 obras paralisadas ou atrasadas. Os custos dos empreendimentos, segundo dados atualizados em abril de 2019, atingem a cifra de R\$ 324.139.816,99. Segundo o órgão, sete municípios da região apresentam obras não finalizadas que seriam destinadas á áreas da Saúde, Educação, Saneamento, Habitação, Infraestrutura e Segurança. Cubatão é a cidade com o maior valor de obras não terminadas. São três empreendimentos atrasados, que somam R\$ 121.271.806,90, o equivalmente a 37,4% do valor total. São duas referentes a contratos com aCompanhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), na área de habitação, e outra de mobilidade urbana, contratada pela Prefeitura. Guarujá aparece na sequência, com 16 obras, que somam R\$ 97.559.122,04 (30,1% do valor total). Dos 16 empreendimentos, 12 estão atrasados e 4 paralisados. No total, são sete obras referentes a mobilidade urbana, outras seis para serviços de equipamentos públicos como praças e quadras, duas em habitação e uma referente a área de educação. Quase todos os contratos foram feitos pela Prefeitura de Guarujá, com exceção dois deles, sendo um da CDHU e outro do Fundo para o Desenvolvimento da Educação (FDE). A terceira cidade com o maior valor de obras atrasadas ou paralisadas é São Vicente, com R\$59.681.722,14 (18,4% do total). São quatro trabalhos paralisados e dois atrasados. A maioria é na área da saúde. São quatro contratos do Fundo Municipal da Saúde (FMS). O contrato com maior valor é referente a Secretaria de Administração Pública, em um total de R\$52.956.390,93. Ainda há uma última obra, da CDHU. Os três municípios somam, praticamente, 86% de todo valor levantado pelo TCE-SP. Outras cidades Itanhaém é responsável por R\$25.796.654,01 em obras não completas, ou 8% do valor total. São sete obras atrasadas e outras quatro paralisadas, em contratos realizados pela Prefeitura. Setes dessas tem o foco em equipamentos urbanos, outras três em educação e uma em saúde. Já Peruíbe possui cinco obras, no total de R\$ 10.499.173,52. São dois contratos da CDHU, referente a habitação, e outros três da Prefeitura para trabalhos nas áreas de educação e equipamentos urbanos. Santos e Mongaguá fecham a lista. A primeira são cinco obras, que somam R\$ 8.656.563,68. Quatro destes contratos são da Prefeitura, sendo três de mobilidade urbana e outro de equipamentos urbanos. Um último acordo é da USP, na área de educação. Já a segunda são duas obras da Prefeitura, nas áreas de mobilidade urbana e saúde, que somam R\$674.774,71. Os dados segmentados por cidade são abertos para consulta pública e podem ser acessados por meio do ‘Mapa Virtual de Obras’.