Concessionária planeja nova estrutura no Km 52, no mesmo lugar da que foi derrubada por uma carreta (Alexsander Ferraz/AT) A Ecovias Imigrantes, concessionária do Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), planeja instalar uma nova passarela no local onde a anterior foi destruída por uma carreta, na noite de quinta-feira (13), na altura do Km 52, em Cubatão. Estudos técnicos estão em andamento. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! A orientação, porém, é que pedestres e moradores da Cota 95 utilizem a passarela no Km 52 + 100, localizada a 200 metros da estrutura que desabou na semana passada. “A travessia diretamente pela rodovia representa um alto risco de atropelamento e não deve ser realizada sob nenhuma circunstância”, destacou. A concessionária estuda outras medidas emergenciais para reforçar a segurança dos pedestres, não detalhadas. Também disse participar do Plano de Gestão Integrada (PGI), iniciativa que reúne órgãos públicos e entidades responsáveis por segurança, mobilidade e infraestrutura na região. O acidente que derrubou a passarela da Via Anchieta ocorreu após o motorista de uma carreta descer do veículo para conversar com um caminhoneiro que havia batido e quebrado o retrovisor dele e se esquecer de puxar o freio de mão. A informação foi prestada pela Agência de Transporte do Estado (Artesp). A ocorrência causou congestionamento no Sistema Anchieta-Imigrantes até a manhã de sexta-feira. Milhares de pessoas pernoitaram na rodovia, em filas que provocaram até 12 horas de espera, com falta de acesso a comida e água em parte dos casos. O trânsito ficou parado em um trecho de mais de 20 quilômetros. Em nota emitida no sábado, a Ecovias Imigrantes informou que a estrutura da passarela destruída deveria ser completamente removida em dez dias. Já havia começado um trabalho na Pista Sul da Anchieta para a “remoção segura das partes da passarela que ainda estavam no local”, serviço que demanda “atenção especial devido à presença de redes de alta tensão e à proximidade de residências na região”.