[[legacy_image_240718]] A moradora de Guarujá, Rayane Conceição Alves, de 22 anos, que é portadora de deficiência (PCD) desde que nasceu, tenta há quase dois ano trocar sua prótese de perna, mas não consegue. Um novo equipamento custa em torno de R\$ 7 mil. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Em 2021, ela foi ao Centro de Recuperação e Fisioterapia Vicente de Carvalho, em Guarujá, para consultar um profissional e solicitar a troca de sua prótese da perna direita. A munícipe precisa do equipamento para conseguir se movimentar. “Usa a mesma prótese há oito anos, e por ser pequena e velha, está me machucando". A mãe de Rayane, Adria Conceição Alvez, explica que quando moravam em Aracaju, no Sergipe, a filha trocava o equipamento a cada dois anos de acordo com seu crescimento, com o suporte da prefeitura. E, em 2015, elas viram morar na Baixada Santista. Na época, Rayane tinha acabado de adquirir uma pórtese nova. “Ela não estava necessitando. Mas, agora, quase oito anos depois, precisamos de uma nova. Essa está curta e apertada. A machuca. Teve uma vez que ela quasecaiu”. Rayane diz após a consulta com a fisioterapeuta em Guarujá, a médica a encaminhou para a Seção de Recuperação e Fisioterapia da Zona Noroeste(SERFIS-ZNO/CER II), em Santos, para entregar os documentos de requerimento da sua nova prótese. Desde então, a jovem entra em contato para conferir o andamento do processo. "A assistente social disse para deixar meus papéis lá e que me chamaria. Mas, isso já faz quase dois anos. Quando ligo, falam que não tem prioridade para moradores do Guarujá, só quando sair a verba ", lamenta. Em resposta para A Tribuna, a Secretaria Municipal de Saúde de Santos alegou que “o setor de reabilitação de Santos é referência regional para Bertioga, Cubatão, Guarujá e Área Insular de São Vicente, mas a Prefeitura não fornece próteses/órteses ou equipamentos. Ela atende pacientes destas cidades, mas cabe a cada prefeitura fornecer os equipamentos/próteses de seus pacientes”. Já a Prefeitura de Guarujá confirma que Rayane passou pela avaliação em dezembro de 2021, e explica que “os pacientes com maior grau de complexidade, como é o caso da paciente citada, são encaminhados para os Centros Especializados de Reabilitação (CER) Regional. A paciente foi agendada e avaliada pelos profissionais do CER em fevereiro do ano passado. O tratamento e o desdobramento necessários sobre o caso ficam a critério deste órgão, em Santos, que aguarda dispensação do CER a partir da liberação de recursos estaduais”. Por isso, a jovem foi à uma loja especializada em próteses para tentar adquirir uma, mas não pôde pelo preço ser alto para sua família. “Eles cobram R\$ 7 mil. Moro de aluguel com mais três irmãos. Meu pai é falecido e minha mãe paga tudo. Com um salário só, não dá pra comprar, infelizmente”. A mãe Adria tem esperança de que a vaquinha seja a solução para conseguirem melhorar a qualidade de vida da filha. “É tudo que a gente quer, nosso sonho”, ressalta. Quem quiser ajudar com qualquer quantia, o Pix da vaquinha é o (13) 996690354. O número está no nome de Adria Conceição, mãe de Rayane.