A Baixada Santista registrou três novas suspeitas de mpox, também conhecida como varíola do macaco, na última semana. Os casos devem continuar em investigações e análises laboratoriais antes da confirmação da doença. Vale ressaltar que a mpox voltou a ser classificada como Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O Litoral de SP já havia registrado três casos da doença. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Itanhaém e Mongaguá são as cidades que estão investigando as novas suspeitas da doença. Um dos casos foi registrado em Mongaguá e os outros dois em Itanhaém. A Tribuna entrou em contato com as duas prefeituras. A Administração de Itanhaém afirmou que são dois homens, entre 20 e 30 anos, que foram atendidos no sábado (24). A Gestão Municipal acrescentou que não pode informar mais detalhes dos pacientes, pois tratam-se de casos suspeitos. Já a Prefeitura de Mongaguá destacou que o paciente é do sexo masculino e tem 16 anos. A Administração Municipal ainda informou que o material coletado foi encaminhado ao laboratório e está em análise. Outros casos A Baixada Santista já havia confirmado três casos da mpox, também conhecida como varíola do macaco. A Secretaria Estadual da Saúde divulgou duas ocorrências, sendo em Peruíbe e em Praia Grande. A terceira, em Santos, foi notificada pela Prefeitura. Segundo o Governo do Estado, havia um caso em São Vicente, de uma mulher entre 15 e 19 anos, mas o resultado acabou dando negativo, como informado pela Prefeitura. Quanto aos casos oficializados, em Peruíbe, foi de um homem, entre 30 e 34 anos. Em Santos, de uma mulher de 32 anos, atendida em julho. Já o caso de Praia Grande é de um homem, de 50 anos, que teve a doença em julho, não precisou de internação e já está recuperado. O que é A mpox é uma zoonose viral, ou seja, transmitida entre humanos e animais pelo vírus MPXV (do inglês, monkeypox virus ou varíola dos macacos). Foi identificada pela primeira vez justamente em colônias de macacos, em 1958. Hoje, porém, sabe-se que a infecção também pode se dar por meio de roedores, como esquilos, e outros mamíferos – até mesmo cachorro doméstico. A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a mpox como Emergência de Saúde Pública Mundial, especialmente por causa da situação na República Democrática do Congo, na África, que já registrou mais de 14 mil casos e 450 mortes devido à doença.