[[legacy_image_144160]] As cidades da Baixada Santista aplicaram a primeira dose da vacina contra covid-19 em 1.545 crianças entre 5 e 11 anos com comorbidades, deficiência, indígenas e quilombolas. São critérios do Plano Estadual de Imunização. O balanço foi divulgado nesta quinta-feira (20), a pedido de A Tribuna. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Com estoque para os próximos dias, Bertioga, diz analisar a possibilidade de ampliar o público e oferecer doses remanescentes — a xepa — para crianças sem comorbidades. Vacinaram-se 69 crianças, e há 890 doses guardadas. Até esta quinta (20), Santos vacinou 411 crianças. O estoque atualizado é de 3.244 doses. A Secretaria de Saúde segue cronograma do Estado e aguarda mais doses para ampliar o público. Até quarta-feira (19), Praia Grande vacinou 243 crianças. Há cerca de 1.400 vacinas disponíveis para esse grupo. Não se prevê xepa, pois se concentraram as doses em apenas oito unidades de saúde para otimizar o aproveitamento. A Prefeitura de Guarujá informa que imunizou 180 crianças do grupo prioritário. A Secretaria Municipal de Saúde recebeu do Governo Estadual 1.700 doses da vacina Pfizer infantil na primeira remessa. A Secretaria da Saúde de São Vicente informa que vacinou 158 crianças. Informa diz ter doses suficientes para vacinar o público-alvo atual. Mongaguá atendeu 145 crianças. O esperado para essa primeira fase é receber cerca de mil crianças. A Prefeitura está reforçando a conscientização dos responsáveis e realizando busca ativa em seu sistema. Peruíbe já vacinou 142 crianças. Os estoques também estão suficientes, segundo a Administração Municipal. A prioridade é para crianças com comorbidade, mas a Cidade aguarda liberação do Governo do Estado para vacinar as demais. De acordo com a Secretaria de Saúde de Cubatão, 101 crianças foram imunizadas contra a covid-19. A pasta menciona não faltarem vacinas na Cidade. Em Itanhaém, foram vacinadas 96 crianças entre 5 e 11 com comorbidades em Itanhaém. A logística montada pela Prefeitura poderá ampliar ou antecipar o cronograma de vacinação para crianças, caso necessário. No Município, a Vigilância Epidemiológica aguardará as informações técnicas e logísticas do Governo Estadual antes de fazer alterações no cronograma atual.