[[legacy_image_96073]] Uma adolescente de 15 anos desapareceu, nesta terça-feira (24), após sair de casa para comprar um presente para o irmão em Itanhaém, no litoral de São Paulo. No entanto, Giovanna da Silva Bizerra tem problemas psicológicos e faz uso de medicação controlada. Por isso, a família está desesperada e pede ajuda para encontrar a jovem, que já sumiu de forma parecida em julho, após dizer que iria comprar um presente para o Dia dos Pais. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Em conversa com A Tribuna, a mãe Cláudia da Silva Bizerra, de 40 anos, conta que a família mora em zona rural e usa poço artesiano do lado de fora da casa. Na terça-feira (24), por volta das 16h, a jovem disse que ia lavar o prato. “Ela saiu da área, só que deixou a bomba ligada e quando eu fui ver, não estava mais”, relata. Desta forma, Claudia foi com o filho mais velho para a rua e viu Giovanna longe de casa. Apesar de correrem, eles não conseguiram alcançar a jovem, mas a ouviram gritando que iria voltar, pois estava indo comprar o presente do irmão e, durante o trajeto, também encontraram a máscara de Giovanna em uma esquina. Além disso, a família encontrou na agenda da adolescente um recado dizendo que ela iria comprar um presente para o irmão. Em julho, a jovem também desapareceu dizendo que iria comprar presente para o Dia dos Pais e foi encontrada por um policial na divisa entre Mongaguá e Praia Grande. De acordo com a mãe, a adolescente não levou documentos, celular ou dinheiro, e vestia uma camiseta da seleção brasileira amarela, um moletom preto com capuz e zíper, um boné e um chinelo roxo. Após a saída de Giovanna, os familiares começaram a divulgar nas redes sociais sobre o caso, quando receberam a informação que a menina foi vista em frente um bazar no mesmo bairro onde mora. No entanto, esta foi a última notícia sobre a jovem. Ainda segundo Claudia, a adolescente não costuma pegar carona com ninguém e não tinha dinheiro para pegar ônibus. Além disso, Giovanna não tinha diagnóstico sobre os problemas psicológicos, mas a princípio ela estava tomando medicação controlada diariamente para Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) por indicação médica. Apesar da situação, a mãe da menina ainda está recebendo trotes. “Estão brincando com minha dor”, ressalta, dizendo que recebeu ligações afirmando que Giovanna estava machucada e sob comando de uma facção que não pode enviar fotos. No entanto, ao pedir para falar com a filha, ouviu uma voz de homem chorando e se passando pela jovem. “Essa dor que estou passando não desejo para ninguém, a angústia está me matando”, finaliza a mãe da adolescente. Informações sobre o paradeiro de Giovanna devem ser esclarecidas por meio do telefone (13) 99100-3278.