[[legacy_image_63416]] O que era um quadro de depressão e dor na perna se tornou uma anemia profunda no empresário Sérgio Nabor Cerri, de 71 anos. O pesadelo da família começou neste domingo (14), quando Sérgio procurou ajuda médica e descobriu que seu quadro era mais grave do que imaginava. “Ele está a base de bolsas de sangue”, explica a esposa, Marlene Alves dos Anjos Cerri, de 53 anos. Pai de três filhas, o empresário de Mongaguá está internado na Santa Casa de Santos e precisa da doação sanguínea. “É um apelo que estou fazendo. Um pouquinho de sangue pode ajudar muito quem está precisando”, diz Marlene. lique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Desde a notícia do diagnóstico de Sérgio, familiares e amigos se mobilizam nas redes sociais pedindo ajuda para o paciente portador do tipo sanguíneo A+. De acordo com a esposa, em tempos de pandemia de Covid-19, algumas pessoas possuem receio de ir até hospitais: “Mas mantendo o protocolo, com uso de máscara, álcool em gel e distanciamento, é possível ajudar muitas vidas”. As doações devem ser feitas das 7h às 16h, em nome de Sérgio Nabor Cerri, na Ala 4G, quarto 407, leito 11, na Santa Casa de Santos. O hospital fica localizado na Av. Dr. Cláudio Luís da Costa, nº 50, no bairro Jabaquara e o telefone para contato é (13) 3202-0600, ramal 1414. “Não tenho nem palavras para agradecer as pessoas que puderem colaborar, tenho certeza que o melhor está para acontecer com quem ajudar”, finaliza Marlene Alves. Banco de sangue na pandemia Durante a pandemia do coronavírus, muitas pessoas portadoras da doença precisam de bolsas de sangue. Em contrapartida, diversas outras seguem a quarentena, desta forma, não se sentem seguras para realizar doações. Ainda existe a população que contraiu a Covid-19 e, por isso, não pode doar por 30 dias. Estas situações acendem um alerta nos hemonúcleos, que demandam grande quantidade de sangue por dia.