[[legacy_image_340234]] O local de transbordo de resíduos de lixo da cidade de Itanhaém, no Litoral de São Paulo, está cheio. Além disso, há uma denúncia de que o principal motivo seja a falta de pagamento para a empresa que retira esses resíduos, o que foi negado pela Prefeitura (veja nota no final da matéria). Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! O transbordo é o local para onde o lixo é levado após a coleta. Se o local está superlotado, pode gerar o acúmulo de lixo e o material recolhido, que está no caminhão, não tem para onde ser levado. Assim, caso a situação continue, a coleta de lixo da cidade pode entrar em risco devido à falta de caminhões. Marco Aurélio Vieira, de 51 anos, é morador da cidade e afirma que a situação do local é crítica. Para A Tribuna, ele relatou que há uma lotação, que, consequentemente, polui o solo e o Rio Branco, que passa pela cidade. Além disso, ele contou ainda que, na semana passada, houve paralisação por conta da falta de pagamento para a empresa responsável, que refletiu em atraso da coleta de lixo. “A coleta voltou ao normal porque a Prefeitura fez o pagamento, mas o problema de lotação continua”, disse Marco. Ainda de acordo com o morador, os funcionários que trabalham no local estavam colocando a saúde em perigo. Além deles, os vizinhos também se preocupam com os riscos que podem sofrer por estarem diariamente em uma área insalubre. A Tribuna entrou em contato com a Prefeitura de Itanhaém. O município esclarece que “houve uma paralisação pontual no transbordo de resíduos para a instalação de uma cobertura no local. A coleta continua sendo realizada normalmente em toda a cidade". A Prefeitura afirma que "não procede a informação sobre inadimplência nos pagamentos, uma vez que, contratualmente, há um prazo de até 90 dias para efetuar o pagamento após a emissão da nota fiscal. ”