Construção de espaço esportivo na orla da praia de Mongaguá está parada (Arquivo pessoal) Uma obra na orla da praia de Mongaguá, no litoral de São Paulo, tem chamado atenção de moradores por conta do atraso. Trata-se da construção de uma praça esportiva e pista de ciclismo do tipo pumptrack, na altura do Centro, que estava prevista para ser finalizada em março, o que não ocorreu. A Prefeitura afirma que há uma paralisação temporária para adequações no projeto. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! A obra teve início no dia 15 de outubro de 2025 e estava prevista para ser concluída em 15 de março deste ano, com valor de R\$ 811.785,00. Em imagens enviadas para A Tribuna pela população, é possível ver o local com sinais de abandono e sem andamento dos serviços. A Prefeitura informou, em nota, que "aguarda liberação de pagamento por parte da Caixa Econômica Federal para que a empresa responsável possa retomar os serviços". Segundo a Secretaria de Obras Públicas, a obra também está temporariamente paralisada para a realização de alterações no projeto que passou por licitação. Valor de R\$ 811 mil para a realização da obra na orla da praia está mantido, segundo a Prefeitura de Mongaguá (Arquivo pessoal) "As alterações foram necessárias para garantir melhor acessibilidade ao equipamento público por parte da população, além de evitar a demolição de um banheiro público já existente no local, que passará por reforma", explica a Prefeitura, em nota. Ainda conforme a Administração Municipal, após as revisões, foi estabelecido um novo prazo de execução para a obra, estimado em cerca de oito meses - o que supera os cinco meses inicialmente previstos. O valor, de R\$ 811 mil, segue mantido, sem alterações. "A obra consiste na implantação de uma pista de pumptrack, voltada à prática de ciclismo e skate, ampliando as opções de esporte e lazer na orla da cidade", afirma a Prefeitura. Caixa Em nota, a Caixa Econômica Federal informa que, "conforme informações públicas disponíveis no TransfereGOV (Acesso Livre), a licitação foi concluída em março de 2026 e o prazo previsto para a execução da obra é de cinco meses". A Caixa acrescenta que o instrumento se enquadra no Regime Simplificado, aplicável a contratos de até R\$ 1,5 milhão. Por essa razão, a atuação do banco "envolve a assinatura do contrato, a prestação de apoio técnico ao município e a verificação da prestação de contas ao final, confirmando se o objeto contratado foi efetivamente entregue à população. O acompanhamento e a fiscalização da obra são responsabilidades do município. A Caixa deve ser comunicada apenas quando a obra for concluída, o que, de acordo com o cronograma físico-financeiro, está previsto para agosto de 2026". A Caixa finaliza a nota dizendo que, assim, "não há atraso no contrato neste momento". Caso a obra não seja concluída no prazo previsto, a Caixa deixa claro que "solicitará esclarecimentos à Prefeitura". Se houver comunicação de conclusão, verificará a entrega.