Doença é causada pelo mpox vírus e, entre seus sintomas, estão as erupções cutâneas ou lesões de pele (Reprodução/Hospital Israelita Albert Eistein) A Prefeitura de Mongaguá, no litoral de São Paulo, notificou dois casos suspeitos de mpox na quinta-feira (26). As amostras foram coletadas no mesmo dia e encaminhadas ao Instituto Adolfo Lutz (IAL), laboratório de referência do Estado. O resultado é aguardado em até quatro dias úteis. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, os pacientes estão sendo acompanhados enquanto aguardam a confirmação ou descarte da infecção. A Baixada Santista já possui dois casos confirmados da doença, ambos em Santos. Paciente foi transferido Um dos pacientes deu entrada no Pronto-Socorro Central no dia 26. Na sexta (27), devido à extensão das lesões, ele foi transferido para o Hospital Emílio Ribas, em Guarujá, unidade especializada em doenças infectocontagiosas, onde segue em acompanhamento. A outra paciente permanece em isolamento domiciliar, sob monitoramento diário da Vigilância Epidemiológica municipal. De acordo com a Secretaria de Saúde, há acompanhamento clínico e rastreamento de contatos, conforme os protocolos sanitários vigentes. Como ocorre a transmissão A mpox é transmitida principalmente por contato direto pele a pele, contato com secreções, exposição próxima e prolongada a gotículas respiratórias. A orientação das autoridades de saúde é que pessoas com sintomas do vírus procurem a policlínica de referência do bairro. Orientação à população Entre os sintomas que exigem atenção estão febre, dores no corpo e lesões na pele. A Prefeitura de Mongaguá informou que todas as medidas de vigilância e controle estão sendo adotadas e que novas informações serão divulgadas após a liberação dos exames laboratoriais.