A proposta nas praias de Mongaguá é remodelar os quiosques, substituindo os módulos de madeira por edificações em alvenaria, com ambientes mais confortáveis e bem estruturados, incluindo sanitários, climatização e duchas (Reprodução Redes sociais / Prefeitura de Mongaguá) A transformação da orla de Mongaguá, no litoral de São Paulo, segue em andamento e promete mudar completamente o cenário das praias da cidade da Baixada Santista. Dos 152 quiosques que serão demolidos, a Prefeitura já removeu 45 estruturas, etapa inicial de um projeto que prevê a substituição dos antigos módulos de madeira por construções padronizadas em alvenaria. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! A proposta faz parte de um amplo plano de remodelação da orla e também reduzirá a quantidade de quiosques existentes ao longo dos 13 quilômetros de praias do município. Segundo a Administração Municipal, a distribuição atual é considerada excessiva para a extensão da faixa de areia. Os novos quiosques terão projeto arquitetônico padronizado e oferecerão uma estrutura mais moderna, com sanitários, climatização, duchas e melhores condições de atendimento aos moradores e turistas. Critérios para as demolições De acordo com a Prefeitura, as remoções ocorrem após análise das condições de cada quiosque. Entre os principais motivos que justificam a demolição estão arrendamento irregular dos espaços, ausência de alvará provisório, mau estado de conservação e problemas estruturais que comprometem a segurança das edificações. Antes da retirada, os permissionários são comunicados oficialmente. A Prefeitura informa que a notificação é feita 15 dias antes da demolição, com um novo aviso emitido 72 horas antes da execução dos serviços. Projeto prevê nova configuração da orla A remodelação da orla vem sendo desenvolvida de forma intersetorial pela Prefeitura e faz parte de um projeto mais amplo de requalificação urbana. Além da modernização das estruturas, a intenção é reorganizar a ocupação da faixa de areia, tornando os espaços mais funcionais, seguros e visualmente padronizados. Com isso, os antigos quiosques de madeira darão lugar a edificações permanentes em alvenaria, preparadas para atender às atuais demandas do turismo e dos frequentadores das praias. Embora as demolições avancem gradualmente, a Prefeitura ainda não informou um cronograma para a retirada das 107 estruturas restantes, nem a previsão para o início da construção dos novos quiosques. Enquanto isso, as ações seguem conforme a identificação das irregularidades e o cumprimento das notificações aos permissionários.