[[legacy_image_328147]] O adolescente Guilherme Silva Ribeiro, de 17 anos, que mora em Mongaguá, no Litoral de São Paulo, foi um dos 60 candidatos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em todo o Brasil, a tirar nota mil na redação. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Para A Tribuna, nesta quinta-feira (18), ele disse que ainda está "sem acreditar", pois sempre se cobrou muito para ir bem nas provas. “Eu meio que fiquei sem reação, e pensei ‘como assim, mil? É fácil tirar mil?’ Eu não entendi essa nota. Mas, agora estou refletindo”, conta. Segundo o estudante, a redação tem um protocolo a ser seguido, e, após compreender o assunto, basta usar a criatividade. E foi assim que ele fez com o tema do ano ‘Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil’. Guilherme ainda conta que manter uma rotina de exercícios físicos, alinhados aos estudos, foi essencial para que ele pudesse relaxar na hora da prova. “Na semana anterior ao Enem, a academia foi essencial porque foi meu autocontrole. Eu não parava de pensar na nota e na prova”, relembra. O estudante ainda está decidindo se irá cursar Engenharia Civil ou Análise de Desenvolvimento de Sistemas, e também se usará a nota em alguma universidade em Santos. [[legacy_image_328148]] Ele ainda diz que estava correndo atrás para obter essa nota, mas que não achava que poderia atingir tal pontuação. “Eu ainda tô meio sem acreditar, com todas essas possibilidades”, diz. E sobre estar entre os 60 brasileiros a atingirem a nota? Guilherme Ribeiro diz que parece maluquice, mas que está muito feliz, e recebe toda a alegria dos familiares, professores e amigos. Guilherme se preparou durante os três anos do ensino médio, no Colégio Expressão, onde foi orientado pela professora Zana Donner, a quem a família expressa gratidão. “Ele é dedicado, super questionador e sempre quer mais. No bom e positivo sentido da palavra, ele é extremamente humilde… Não podemos deixar de enaltecer o profissionalismo técnico da Professora Zana”, diz o tio e padrinho do rapaz, Arnaldo Cândido da Silva.