[[legacy_image_7546]] Carlos Jacó Rocha, o Carlos Cafema (PSDB) está no seu segundo mandato como vereador em Mongaguá. Durante 2019 e 2020 recebeu a missão de ser o presidente do Legislativo, em meio a turbulência política vivida no município e sendo minoria, em uma Câmara mais favorável ao prefeito Márcio Melo Gomes, o Márcio Cabeça (Republicanos). O vereador realizou um balanço sobre o período na presidência e destacou como legado o acerto nas contas do Legislativo mongaguense. Confira: Clique e Assine A Tribuna por R\$ 1,90 e ganhe acesso ao Portal, GloboPlay grátis e descontos em lojas, restaurantes e serviços! Como o senhor avalia a passagem pela presidência da Câmara de Mongaguá? Avalio a minha passagem como positiva em todos os sentidos. Acabamos com um roubo de quase um milhão de Reais, chamamos os concursados, e fizemos a reforma do plenário, que não se fazia há mais de 15 anos (adequando o espaço para que o público tenha maior conforto para acompanhar as sessões presencialmente, assim que cessar a pandemia). Quais principais pontos o senhor destaca em relação ao mandato como presidente da Mongaguá? Os principais pontos foram a abolição de pagamentos com cheques (o que facilitava o roubo), implantei a ouvidoria, implantei o sistema anti-ataque hacker e implantei as sessões ao vivo no YouTube e Facebook. A turbulência política vivida do município nos dois primeiros anos, influenciou de alguma forma na condução dos trabalhos do Legislativo? A turbulência política influenciou muito, pois tive que assumir um comando de oposição, sendo que éramos somente quatro vereadores. Quando a base do Prefeito queria algo fora do regimento interno eu nunca aceitei e os confrontei munido do departamento jurídico e com o regimento interno debaixo do braço. Houve algum ponto que o senhor queria ter avançado, mas que não foi possível? Dois pontos que eu queria ter avançado foi a reformulação do regimento interno, que foi para votação na última sessão do ano e teve um pedido de vistas. Outro foi outro pedido de vistas das contas do ex-prefeito Paulinho Wiazowski Filho (O Tribunal de Contas do Estado recomendou a rejeição das contas). Qual o legado que o senhor deixa para o próximo presidente da Câmara? Acredito que o legado que vou deixar foi o acerto nas contas da Câmara Municipal após o roubo, e, após 8 anos sem um presidente ter as contas aceitas, sendo sempre rejeitadas, as nossas contas serão aprovadas. Se o próximo presidente seguir o que começamos, com certeza, terá as suas contas aprovadas também. Destaco também o acesso que demos à população de Mongaguá para poder acompanhar as sessões em tempo real, via internet.