Morador luta para conseguir remédios de tratamento cardíaco (Reprodução/redes sociais e Arquivo pessoal) O aposentado Rogério de Melo Mouzinho, de 56 anos, morador do bairro Agenor de Campos, em Mongaguá, Litoral de São Paulo, sofre com problemas cardíacos e luta para conseguir remédios os quais afirma que estão em falta no município. A Prefeitura nega o ocorrido. (Confira a nota no final da matéria) Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Rogério Mouzinho afirma que oito remédios essenciais para o tratamento estão em falta na farmácia popular de Mongaguá, localizada na Avenida Sorocabana, no bairro Balneário Umuarama. Ele já foi ao local para buscá-los em pelo menos três ocasiões, mas não obteve sucesso sucesso. O morador diz que os remédios são retirados na farmácia municipal da cidade, e que alguns deles são de alto custo, como o Atorvastatina. Mouzinho afirma que, em uma ocasião quando foi buscar as medicações, só existia um remédio no local, que era o Furosemida. Ele conta que desenvolveu o problema cardíaco por apresentar gordura nas veias, e que ninguém da família havia tido a condição anteriormente. Ainda conforme o aposentado, dois remédios seguem em falta nesta semana, sendo eles o mononitrato de isossorbida e o ácido acetilsalicilico. "Todos os remédios eu pego na farmácia normalmente. Se os medicamentos de baixo custo não tinham, imagine os de alto custo", disse, sem esconder a indignação com o problema. Posicionamento Em nota, a Prefeitura de Mongaugá disse que não há falta de remédios nas farmácias do município, e que a "ausência de alguns medicamentos pontuais pode ocorrer devido ao atraso da entrega de fornecedores e pal próprai variação de fornecimento do mercado de fármacos". A Administração Municipal afirma que, junto com a Secretaria de Saúde, "vem tomando todas as providências para resolver os problemas do dia a dia".