[[legacy_image_311168]] O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta laranja de perigo por conta da severidade da onda de calor que está atingindo várias regiões do país. Na Baixada Santista, a expectativa é de que a temperatura fique na casa dos 36°C nos próximos dias. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! No alerta emitido, o órgão afirma que as temperaturas registradas podem ser de até 5 graus acima da média, em toda a região da Baixada Santista e Vale do Ribeira. A previsão é de que todo esse calorão dure até a próxima terça-feira (14).Nos próximos dias, a máxima pode chegar a 38°C na região, e a mínima em torno dos 20°C. Apesar das altas temperaturas, conforme o Inmet, a umidade relativa do ar permanece entre 100% e 30%. De acordo com a Defesa Civil Estadual, essa é a 4ª onda de calor registrada neste semestre. As outras três ocorreram em agosto, setembro e outubro. Por conta das temperaturas elevadas, o órgão dá algumas orientações, como: beber bastante água, não praticar atividades físicas em períodos mais quentes, hidratar os olhos e narinas com soro fisiológico, não colocar fogo em vegetação e não jogar bitucas de cigarro em beiras de rodovias. Em conversa com a meteorologista da Ampere, Heloisa Pereira, ela atribui o aumento do calor a uma área de alta pressão que ganhou força sobre o Centro-Sul do Brasil. “Isso acaba dificultando a subida de qualquer sistema, tal como uma frente fria. Portanto, com a atuação dessa área de alta pressão e falta de sistemas transientes que possam quebrar esse padrão, o calorão ganhou intensidade e deve continuar sendo destaque em meados desse novembro”, comenta. No entanto, a especialista alerta que o tempo pode mudar significativamente entre 18 e 19 de novembro, devido ao enfraquecimento da alta pressão. “Uma frente fria conseguirá avançar pelo Centro-Sul do Brasil, trazendo chance de temporais e queda na temperatura. Vale alertar que mesmo com a influência dessa alta pressão, pancadas de chuva isoladas e fortes não estão descartadas, uma vez que a soma de umidade e calor em algumas áreas vira combustível para chuvas”, alerta.