[[legacy_image_284340]] Levantamento realizado pela CPFL-Piratininga, empresa responsável pelo fornecimento de energia em quatro cidades da região, indica uma ligeira queda nas ocorrências com pipas na rede elétrica no primeiro semestre deste ano, em comparação com 2022. Nos primeiros seis meses deste ano, foram identificadas 436 ocorrências causadas por pipas na rede elétrica. O número é inferior à quantidade de casos registrados no ano passado, quando foram verificadas 466 ocorrências. São Vicente lidera, com 193 casos em 2023, seguida de Praia Grande e Santos, com 104 e 86, respectivamente. Já Cubatão teve 53. No ano passado, São Vicente liderou tanto no primeiro semestre (250), como no total do ano (492), seguido de Praia Grande (138 e 280, respectivamente), Santos (41 e 136) e Cubatão (37 e 104). Gerente de Saúde e Segurança do Trabalho da CPFL, Marcos Victor alerta para os cuidados na hora de soltar pipas, com opção sempre por locais abertos ou parques. “Entre as ações promovidas pela empresa, estão palestras que realizamos em escolas sobre os perigos de brincadeiras com pipas próximo às redes elétricas e subestações. Há riscos iminentes de descargas elétricas e de interrupções no fornecimento de energia para hospitais e estabelecimentos comerciais essenciais”, avisa. O aviso também vale para as crianças que resgatam pipas. O recomendado é não resgatar pipas caídas em locais com equipamentos de energia ou caso o brinquedo enrosque ou fique preso nos fios elétricos. Vale lembrar que o uso do cerol é crime em São Paulo, de acordo com a Lei Estadual nº 12.192, de 2006. Por conduzirem eletricidade, o risco de choques aumenta, quando entram em contato com a rede elétrica. Além disso, possui poder cortante, capaz de romper cabos da rede e provocar curtos-circuitos.